Era uma vez um cacto, que se apaixonou por um balão. num belo dia o Cacto tão solitario viu um balão voando no céu então o vento sobrou até sua direção ali que tudo começo. Um amor impossível surgia,afinal qualquer toque do cacto no frágil balão o faria acabar para sempre.se conheçerão os dois depois daquele dia sempre conversavam e expressavam o quanto um amava o outro, mas como não podia haver nem um abraço, nem beijo, aquele romance não continuou e teve um fim. O cacto desapareceu, o balão ficou desolado.
Ela era água,ele óleo
Ela era gelo, ele vulcão
Ela era 8,ele 80
Ela era sim, ele não.
Meses depois um belo cacto, liso como vidro bate à porta do balão:
Balão: Olá, em que posso ajudá-lo?
Cacto: Não está me reconhecendo?
Balão: É você meu amor?
Cacto: Sim, sou eu.
O abraço foi instatânio, ambos se amavam mais que tudo, foi o melhor momento daquele romance.
Balão: Mas amor, o que houve com seus espinhos?
Cacto: Me dei ao trabalho de rrancar um por um.
Balão: E não doeu meu amor?
Cacto: Doeu, e muito, mas doeria muito mais ficar sem poder tocar em você.
Moral da história: Se há amor, nada é impossível, porém é necessário que haja sacrifício. No amor deve-se existir renúncia.
"Diz que é ilusão
Que tô tentando chamar atenção
Que eu sou só mais um sem coração
Igual a mim, já viu mais de um milhão por aí
Mais um vilão
Não é novela ou filme de ação
Me lembrei de uma velha canção
Dizendo que eu nunca fui tão bom assim..."