After my strange life

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Sep 3, 2017
O mundo em minha volta me desgasta, me estranhassa, me arrasta, me esmaga, me acaba. Mas ainda estou aqui, por falta de coragem? por medo? Meus cortes são a prova que o mudo acaba comigo. Textos meus são motivos de teus risos, teus risos são motivos de minhas lágrimas, minhas lagrimas me motivam a escrever e assim um vicio, um ciclo começa. Neste livro, também serão feitas homenagens à Letícia Azevedo, uma menina de 13 anos, que tinha esquizofrenia, transtorno dissociativo de indentidade e amnésia dissociativa e que no dia 10 de abril de 2017 se matou. (Homenagens dia 10 de cada mês) #107 em poesia {22/04/17}
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Como é que se termina um quebra-cabeças? Na teoria, até que é bem simples. Primeiro, você espalha as peças. Depois, tenta encaixar tudo o que parece se completar. Por fim, após criar seu próprio padrão de raciocínio, a imagem fica pronta. Ou não. Sempre tem como desistir no meio, não é? No entanto, um quebra-cabeças incompleto é um mistério desagradável. E olha só! Você acabou de chegar em um mistério. Apesar de tudo aqui ter lógica, nada tem ordem. O último é o primeiro, mas o fim ninguém sabe de verdade. Você tem a liberdade de imaginar a linha do tempo que quiser. A partir de agora, você não tem escolha a não ser encaixar as peças e descobrir a cronologia dos contos por si mesmo. Portanto, escolha com sabedoria. É a sua história. "- Gosto desse de blueberry, é um sabor meio diferente. Não dá para saber se é doce ou azedo, porque é uma mistura - comentou. - Não parece comigo? Enlatado? Ela gargalhou sonoramente enquanto a fila se movia mais um pouco e, consequentemente, os dois se moviam também (sem mais gritos impacientes dos outros). - Olha só quanta poesia! Está no seu sangue. - Aposto que você me injetou isso. Sua marca em mim é ver o mundo com outros olhos."

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