
O chuva mansa sobre o mundo, a indiferença das pessoas, a solidão constante, o riso da amada. Observo, sinto, reflito e transcrevo. É difícil adaptar em versos as múltiplas interpretações da realidade, e no fim, tudo é escrito de uma maneira muito pessoal, subjetiva, um tanto incompreensível, talvez. Mas não menos profunda. Não menos romântica. Mas o que somos nós afinal, aspirantes a poetas, se não românticos incompreendidos?All Rights Reserved