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WpMetadataNoticeLast published Sat, Dec 6, 2014
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" talvez não esteja preparada para viver, talvez não tenha nascido para ser realmente alguém, talvez seja mais fácil se o mundo parar de girar, mas porquê? porque é que eu partilho estes pensamentos suicidas quando consigo encontrar pessoas que me amam?" a minha voz sai abafada e mal consigo absorver o que digo para o microfone do telemóvel demasiado velho. "catherine, por favor, não..." ruídos são ouvidos do outro lado do aparelho e consigo perceber que ele está a chorar. mas eu não quero que ele chore, não quero. "eu amo-te, incondicionalmente." são as últimas palavras que digo antes de pressionar o botão vermelho e sujo do telemóvel e deixo este cair para o chão partindo-se em pedaços. talvez fosse melhor assim. as pessoas iam viver de uma forma mais pacífica assim.
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"E quanto a isso, Capitão?" Liam pergunta, cutucando o garoto ajoelhado entre seus pés com a ponta de sua bota. O garoto chia e tenta bater nele, falando algumas coisas ininteligíveis por volta da mordaça improvisada que Niall teve que enfiar em sua boca. Ele não consegue por pouco, e tenta novamente, ainda sem conseguir. Harry olha para ele, para o jeito que a luz do sol passa por seu rosto e ombros, para o jeito que a mordaça estica sua boca, lábios rosados e rachados. Ele é magro e lindo, coberto com sujeira. Eles o encontraram amarrado em baixo do deck, praticamente desacordado, ao lado de um barril cheio de ouro. Ele é claramente um prisioneiro, mas tem alguma coisa familiar sobre ele, alguma coisa que está cutucando o cérebro de Harry. Alguma coisa que ele não consegue tocar. "Coloca ele na minha cabine." Harry decide, virando suas costas para lidar com o resto do saque. O garoto grita e joga palavrões para as costas de Harry, que são abafadas pela mordaça, e Harry não consegue entender nada do que ele diz. Autora: whoknows no AO3. Link original: http://archiveofourown.org/works/5677141?view_full_work=true

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