Gli Altwidus E Il Cipresso Effimero

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jun 29, 2017
Unione dei Tre Imperi, Theacor: anno 524 dopo il Grande Gelo. Nel mondo di Saga, nonostante la guerra per l'uguaglianza si sia conclusa ormai decenni or sono, non sono poche le razzie nei confronti delle Creature dotate di essenza magica: interi villaggi aggrediti senza alcun preavviso, svuotati dei loro stessi abitanti; città fantasma che ora costellano l'Unione come le luci celestiali della volta notturna. Nonostante si sospettino ragioni politiche imperiali, nessuno conosce i reali motivi dietro tanta spietatezza, né esiste alcuno che sappia che fine fanno le Creature una volta strappate ai loro letti con tanta urgenza. La crudeltà gratuita che ha portato quasi all'estinzione di intere razze ha raggiunto anche la Grande Casa, dove i fratelli Altwidus non hanno conosciuto altro che amore e gioia tra le braccia della loro numerosissima e coloratissima famiglia. A causa di questo terribile evento, una nuova tonalità entra a far parte del dizionario dei due folletti: il rosso sangue. Per i due orfani inizia così un inaspettato e totalmente sgradito viaggio con l'obiettivo non solo di salvare quel che resta della loro famiglia, ma anche di salvaguardare la restante magia di Saga. (Essendo guidati soprattutto da un forte spirito vendicativo, naturalmente)
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Em um momento de rebeldia (como sempre), o pai de Sophie se cansa de sua malcriação e decide levar toda a família para passar uma temporada na Dinamarca, já que ele planeja expandir sua grande empresa de advocacia. O que Sophie não esperava era que seu pai a colocaria em uma escola de bons modos, onde ela conheceria Emma Lancaster, a princesa da Dinamarca. Sophie já a desprezava; odiava estar em um lugar onde havia uma princesa estudando, já que todos falavam de sua perfeição. Para ela, "ninguém é tão perfeito", e ria quando chamavam a princesa de "paz". A partir do dia em que se tornaram colegas de dormitório, Sophie sabia, bem lá no fundo, que Emma iria virar seu mundo de ponta cabeça. Emma sentia o mesmo, mas ambas estavam cegas por frustração, confusão e um ódio destilado uma pela outra. Emma não suportava a presença de Sophie; detestava ter sua cadeira na hora do almoço na frente da dela e nunca olhava para cima, apenas para a comida. Tinha raiva de olhar para aquela garota tão repugnante. Ela só poderia ser o caos em pessoa, e jamais se juntaria ao caos, nem por um momento. Era isso que elas pensavam, mas até seus gostos voltarem a fazer sentido, as piadas voltarem a ser engraçadas e a companhia se tornar pelo menos um pouco agradável, as risadas e as vozes voltarem a ser boas de ouvir... e o desejo pelo toque ressurgir com toda força. Suas mentes e corações poderiam gritar para que não se aproximassem, que não ficassem juntas, mas suas almas se esforçavam cada vez mais para que isso acontecesse. A alma de cada uma clamava pelo amor... Mas será que aconteceu? Dessa vez, o ditado "Os opostos se atraem" funcionou? Ou seria mais apropriado dizer que "Os opostos se atraem, mas não funcionam juntos"? Elas vão se amar? Vão se entregar? Deixar o mundo virar de ponta-cabeça? Deixar seus hobbies e vícios serem julgados e ordenados a parar? Deixar tudo aquilo que defendiam ir embora com o vento?

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