No Limite da Razão

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WpMetadataReadConcluida lun, may 22, 2017
Nestes poemas há um eu que vive no limiar do que se diz para calar o que lhe grita por dentro, um eu que aprofunda as lacunas do sujeito entre a razão e a emoção, debatendo-se em algo tão vago, tão amplo, tão longínquo, tão recente quanto à própria criação. No limite da razão o sujeito poético confina-se no desassossego do seu Ego para recriar um mundo que "Por acaso" é seu muro de "Lamúrias" e ao mesmo tempo seu "Mundo perfeito". Cristiana Alves Escritora e professora de Literatura
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Em "Corações Em Três Tempos", convido você a mergulhar em três partes de uma jornada que todos já vivemos, de algum jeito. Cada palavra, cada verso, é um suspiro de um amor que você talvez já tenha sentido, ou que talvez ainda vá viver. Na primeira parte, "Dois corações, um ritmo", você vai sentir o calor do amor correspondido, aquele que faz o peito acelerar e o mundo parecer mais brilhante. O tipo de amor que parece tirar o fôlego, que aquece até as partes mais frias da alma. Mas nem sempre o amor é simples, e "Segurei, mas escorreu" fala sobre aquele amor que você sentiu, mas não recebeu de volta. O amor que escorre pelas mãos, que fica preso no desejo não correspondido e na saudade que vai se transformando em dor. Aquela sensação de que poderia ter sido, mas não foi. Por fim, "Mordo e sangro" traz a dor do amor que machuca, do relacionamento que precisa ser deixado para trás. Aqui, a despedida é um grito mudo, aquele momento em que finalmente se entende que o que parecia ser amor, na verdade, precisava de distância para cicatrizar. Cada parte dessa obra fala com você, leitor, porque, no fundo, todos passamos por isso: amamos, sofremos, perdemos e, ao final, aprendemos. Corações Em Três Tempos é para quem quer sentir novamente, para quem carrega em si os ecos dos amores que marcaram sua vida, com todas as suas cores, belezas e dores. Este livro é sobre você. Sobre os amores que aqueceram sua alma, os que marcaram e até os que foram necessários para que você encontrasse sua verdadeira liberdade. Porque, no fim, todos nós passamos por essas três fases do amor. O que importa é o que você vai fazer com isso depois. Vem, se permita sentir.

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