Os Escolhidos De Cada Signo

Os Escolhidos De Cada Signo

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Nov 29, 2017
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Fiction
Fantasy
4 povos. Cinco nações. Um grande desastre. A mais de bilhões de anos, uma população diferente vive em uma terra fictícia. Cada uma designada do seu signo. Os 12 signos separados por elemento é agora por classes sociais. Leoninos, fortes, poderosos, mestres do fogo e da Energia. Tomaram o reino dos signos e o transformaram em caos e destruição. Um povo foi instint, um população foi destruída e o mundo virou uma ditadura dos leoninos. Até que 4 jovens são escolhidos. Dentre eles está a única que pode um dia trazer a harmonia entre as nações.
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Dizem que o amor não se controla, mas até onde ele pode ir antes de se tornar destruição? Amar dois irmãos é viver em uma prisão invisível, onde cada batida é tortura, cada sorriso roubado é culpa, cada abraço desejado é pecado. E ainda assim, o coração insiste, insinua, chama... mesmo sabendo que a linha entre paixão e destruição se estreita a cada segundo. É possível dividir o amor sem se perder? É possível sentir inteiro quando se ama alguém e ao mesmo tempo deseja outro? E quando esses amores estão ligados por sangue, história e memória, como decidir quem deve ocupar seu mundo, e quem deve ser apenas lembrança de um sentimento impossível? Escolher se torna um ato de crueldade. Cada decisão é um corte profundo, cada silêncio pesa mais que mil palavras. O amor não pergunta se é certo ou errado, ele apenas exige, arrasta e consome. E amar dois irmãos é desafiar todas as regras invisíveis, é desafiar a própria moralidade do coração, é viver sabendo que nenhum caminho será livre de dor. O coração, então, se transforma em campo de batalha. Desejo contra razão, paixão contra culpa, amor contra impossibilidade. Cada beijo negado é morte lenta; cada sorriso compartilhado é condenação silenciosa. Amar assim é aprender que o impossível existe - e que os limites que julgamos firmes podem ser destruídos por uma única faísca de sentimento. E no fim, resta apenas a pergunta que ninguém ousa responder: será que o coração pode mesmo amar duas pessoas ao mesmo tempo, quando a própria vida insiste que isso não deveria existir? Ou será que o amor, na sua essência mais brutal, não conhece regras, nem limites... e apenas queima, sem pedir licença, sem se importar com quem será destruído?

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