A Belieber

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Sep 17, 2017
O momento mais confuso da vida de uma mulher é no começo de sua vida adulta, aos 18 anos. Ela não sabe qual faculdade quer fazer, quais sonhos seguir, quais riscos correr, é simplesmente um afogamento de planejamentos sem execução. Mas eu sempre fui diferente, minhas ideias sempre foram bem projetadas, eu nunca deixei um sonho meu correr para longe. Alguns chamam de determinação, eu chamo de foco. Porém, sempre existe algo que nos tira a concentração, para mim sempre foi a música. O dia passava e eu estava ali, com um novo CD o devorando. Eu sempre tive lojas de CD favoritas, quando morava em Paris e depois quando fui aos 15 anos para Los Angeles. Até que em 17 de novembro de 2009, eu o encontrei, ali exposto, com garotas enlouquecidas o querendo, mas eu só via uma coisa, como a mídia ia destruir o garoto mais dócil do mundo. 7 anos depois, e muitas mudanças mais, eu ainda continuou sua fiel escudeira, mas com uma diferença... Hoje, eu sou a vencedora do maior desejo de todas as adolescentes pelo mundo. Viajar com Justin Bieber por toda a sua turnê mundial.
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ALVORADA

PLÁGIO É CRIME!!! *OBRA CONCLUÍDA* Quando eu, Rebecca Albuquerque, tive que me mudar para Uberlândia, nunca imaginei que conheceria pessoas e lugares fantásticos... Mas, aqui estou contando a cada um que estou perdidamente apaixonada por um par de indesvendáveis olhos verdes. Ele entrou na minha vida e no meu coração. Mexeu com os meus sentimentos. Me fez ter comportamentos que eu jamais pensei que teria e fez tudo isso sem uma cláusula sequer. Cada vez que aquele garoto esboçava um sorriso, por menor que fosse, era como se todo o meu corpo perdesse as forças. Eu me perdia em seus olhos, sorrisos e lábios. Tive novas experiências e amizades. Precisei guardar segredos. Apesar de que não esperava que diante de uma esfera tão amistosa houvesse pessoas próximas a mim que também viviam em silêncio. A curiosidade sempre foi um dos meus maiores defeitos, por isso, diversas vezes me colocava em maus lençóis. Mas, isso era tão grave para atrair olhares perversos? Então, passei a ser atormentada por minhas colegas de sala, não entendo se por minhas características físicas peculiares ou por minhas ações. Até o momento era algo comum de adolescência, só que ser perseguida por uma pessoa sequer tinha motivos (que eu conhecesse) para isso não fazia parte do roteiro.

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