LA Devotee - Não Me Desafie Com Uma Diversão

LA Devotee - Não Me Desafie Com Uma Diversão

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WpMetadataNoticeZuletzt aktualisiert Do., Juli 6, 2017
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Panic! At The Disco
Lexa é uma adolescente que procura ter um futuro promissor e terminar a faculdade com louvor, não gosta de festas, pelo menos não mais, e prefere passar as noites agitadas de Los Angeles em seu quarto na faculdade, estudando. Mas, depois de receber a notícia que havia sido a primeira na sua turma, ela acorda apenas de roupas íntimas, na casa de um estranho, junto a uma mulher que ela nunca viu, e o pior, não se lembra de como foi parar naquele local. "Parece que no final, todos somos Devotos de Los Angeles" História criada para o concurso do Projeto Música, tendo como músicas base LA Devotee e Don't Threaten Me With a Good Time, da banda Panic! At the Disco. Num Plagia não q é feio :>
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Acredito que a vida deveria ser mais do que apenas sobreviver, que se encontramos uma razão para sorrir, não deveríamos chorar. Acho que existe um propósito. Não acho que fomos enviados por Deus para seguirmos uma rotina. Não se, realmente, existe um Deus lá em cima, mas, de al-guma forma nosso cérebro nos predestina a agir, nos obriga a pensar, a decidir. Construindo uma vida, uma vida repleta de escolhas, às vezes boas, outras vezes ruins. Vivo em um apartamento simples, ao lado do hospital. Não me casei. Não estou em um relaciona-mento ainda. Passo a maior parte do tempo no hospital. Vira e mexe encontro meus amigos da an-tiga escola, que sempre me cumprimentam com a mesma expressão: "quem te viu, quem te vê". Não desminto. Admito que, no momento em que decidi me tornar cirurgiã, de certa forma, parei de viver, deixando festas e bebedeiras para trás e me foquei em sobreviver a faculdade. Em meus raros tempos livres, permito-me viajar no tempo. Lembrando-me de meus 16/17 anos, onde festas e bebedeiras eram presentes. Relembro de quando passei para a faculdade, caralho, aquela noite foi louca, vagas lembranças de doses de tequila e meninos me veem a cabeça. Lembrei-me de quando peguei meu diploma, da primeira cirurgia, fazia tempo. Minha mente foi invadida pelas lembranças da residência, onde perdi meu primeiro paciente. Um menino pequeno, 6 anos, traumatismo craniano, hemorragia subdural devido ao trauma, não podíamos fazer nada para ajuda-lo. Sofri a perda, mas me apaixonei pela profissão, o que fez com que eu me tornasse neurocirurgia pediatra. Meu despertador tocou de uma forma irritante, me despertando de minhas memorias e me levou a pensar, eu estou apenas sobrevivendo ou estou realmente viva?

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