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WpMetadataReadMatureComplete Wed, Mar 14, 2018
Uma vez me disseram que a vida é um roteiro inesperado. Onde devemos passar pelos problemas para no final, termos um final feliz. Gostaria que meu roteiro fosse de problemas como, em chapeuzinho vermelho, ela tem que entregar os doces a tempo. Ou como em Rapunzel, que ela tem que escapar da torre. Infelizmente meu roteiro não é assim. Meu roteiro é uma tragedia, um drama, um romance... Sou apaixonada pelo meu melhor amigo. E a única diferença entre Filme e Vida, é que a vida não tem ao certo um final. E por isso, ainda não sei como acaba. Mas sei onde começa. Bruno. Obs: Historia Verídica Capa: @mariaclaradias (Insta)
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  • 𝐒𝐚𝐯𝐞 𝐲𝐨𝐮𝐫 𝐭𝐞𝐚𝐫𝐬 - 𝐋𝐨𝐮𝐢𝐬 𝐏𝐚𝐫𝐭𝐫𝐢𝐝𝐠𝐞

Os contos românticos, com os quais nos deparamos em leituras desprentensiosas na nossa meninice, antes mesmo de nos graduarmos nas lições sobre relacionamentos, têm tipicamente dois personagens centrais, a vilania incrementando os impasses, um enredo fantástico e um destino que se encerra previamente satisfatório. Vale lembrar que, se possível, há uma boa fada que eleva o patamar de ser uma história encantada, trazendo ao pensamento infantil a beleza do final feliz, antes de se aconchegar em seu travesseiro, fechar os olhos e levar um beijo na têmpora de quem leu o livro colorido. Fora da literalmente protegida por capa, a vida limita -infelizmente- parte da fantasia, substituindo a fada por uma quimera, com suas heterogeneidades e incongruências. Não tão diferente do conto encantado, algumas situações incluem os vilões e, circunstancialmente, podendo ser os próprios protagonistas. Se podemos ser nossos próprios vilões e amargamos diante das nossas amarescentes escolhas, seremos também os culpados de não unirmos o felizes com o para sempre?

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