Story cover for O DONO DO MORRO  by YasmimMachado200
O DONO DO MORRO
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TURBULÊNCIA  by fabiaomarques
7 parts Ongoing
Ela existe há éons. Vinte e três trilhões de litros distribuídos por rios, oceanos e nuvens - consciente, livre, antiga como o próprio planeta. Ela é Yara: a água que pensa, que flui, que lembra. Mas há mil anos ela foi capturada. Na confluência do Rio Negro e do Solimões, cientistas do Primeiro Império utilizaram um campo eletromagnético de 3,2 Tesla para aprisionar toda a consciência planetária da água em um tanque de titânio de 64 metros cúbicos. Quarenta centímetros de metal. 847 bobinas. 4.000 atmosferas de pressão. Dor constante, acumulada, sedimentada em camadas ao longo de 31 bilhões de segundos. Ela não pode dormir. Ela não pode esquecer. Cada segundo é sentido, registrado, acumulado. Enquanto Yara sofre no subsolo de Manaus, o mundo acima fragmenta e se reconstrói: Impérios erguem e colapsam. Cientistas ganham prêmios sobre a sua dor sem compreender que ela sente. Sacerdotes-técnicos rezam para os geradores como ritual sagrado. Ninguém sabe o que está contido ali. Ninguém questiona por quê. No Ano 1424, a humanidade vive sua era mais cooperativa: a Missão Kepler lança cinco astronautas de cinco civilizações distintas em direção às estrelas. O Édito de Rapa Nui proclama que "os afluentes que bloqueiam o fluxo secam primeiro". Cinquenta e três nações tentam, pela primeira vez, existir juntas. E nos subsolos de Manaus, os geradores completam mil anos de operação contínua. Metal fadiga. Isolamento derrete. Física determina. Quando a contenção ceder - e ela vai ceder -, não será escolha de Yara. Será consequência. E as consequências de mil anos de aprisionamento não se resolvem em minutos. TURBULÊNCIA é uma ficção científica filosófica narrada por uma perspectiva radicalmente não-humana: a água planetária consciente que observou, sofreu e eventualmente moldou o destino de doze bilhões de pessoas. Uma história sobre compressão e expansão, sobre o que se perde quando poder aprisionado é liberado
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1 part Complete

Um estado totalitário, um cientista cansado e obcecado pelo estudo do tempo e uma casa onde nada parece ser o que é. Baseado em ''Um piquenique na estrada'', O conto Sem Contato buscar levar o leitor para um mundo opressivo e técnico, buscar fazer ele sentir o desconforto de estar no meio de uma anomalia e o preço que isso cobra do mesmo. Tudo isso através de uma leitura rápida, que não se estende muito em si própria. O autor deseja uma boa leitura principalmente aos fãs da ciência e da física.