Story cover for O riso, o raso e a reza by BetoPacheco2
O riso, o raso e a reza
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Concluida, Has publicado jul 27, 2017
Caro(a) leitor(a),  
Nas próximas páginas você vai passear pelas luzes e sombras do dia a dia. Por vezes, quando o riso estiver em seu rosto, fechará os olhos e se verá em cena. Poderá escolher se no modo palco, sonho ou palpável. Afinal, as crônicas que lerá serão recortes da memória, ao rés do chão, no raso alcance das mãos, nas quais (quase) tudo há de ser verdade. 

Será assim quando você estiver em pleno voo prestes a fazer um gol de bicicleta ou quando, no calor aprazível carioca, se encontrar com Chico Buarque. Quem sabe você venha a ouvir ao longe, subindo sua rua, o carro dos sonhos, freguesia, justamente quando estiver virando a página. Aproveite o momento e saia comprar um de nata e me traga outro de doce de leite.  

Visitará as ruas de Nova York, os hotéis de Montevideo e, enfrentando o senso comum, vai dar carona a um desconhecido em uma estradinha no sul da Bahia sem imaginar as aventuras cantadas a que ela te levará. Ao fim do livro, também irá mergulhar em crônicas de prosa-poética e outras que, como aqueles dias em que se acorda ao avesso com o mundo, debatem o discutível poder da reza e da política. O importante é que, abraçando essas histórias a ti contadas, tenha participado e as vivido plenamente, como eu o fiz. Divirta-se!
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O
#61crônica
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Tudo começa na imaginação. Tudo que existe hoje ao nosso redor um dia foi mera ideia, sonho, um projeto distante. Alguns duvidavam, outros zombavam, mas foram aqueles que persistiram mesmo debaixo de vaias ou da descrença de sua sociedade contemporânea que tornaram possível viver no mundo em que vivemos atualmente. Mas de onde é que as ideias surgem? Por que é que certas coisas simplesmente brotam em nossa mente? E por que é que algumas desaparecem com a mesma velocidade em que chegaram? Será que existe alguma espécie de oráculo do cosmo responsável pelo envio das ideias à humanidade? Ou então um buraco negro no universo onde acontece o acumulo de ideias desprezadas? Ou será que as ideias que deixamos passar vão parar na mente de outra pessoa para que seja possível concretizá-las e torná-las reais? São tantos questionamentos sem respostas! Mesmo assim, é indiscutível o fato de que ideias surgem o tempo todo, nós é que falhamos e muitas vezes deixamos com que elas caiam no esquecimento ou no fundo de uma gaveta qualquer, menosprezando nossa própria capacidade cognitiva de formular, criar e compartilhar com o mundo algo que surgiu primeiramente dentro de nós. Aliás: Por que é que muitos ignoram essa dádiva? Portanto, para não acabar sendo alvo de alguma espécie de vendeta do universo em represália ao descaso com o qual tratamos o conglomerado de ideias soltas que borbulham dentro de nós diariamente, achei por bem reunir alguns desses devaneios provenientes de uma divertida-mente e transformá-los em um único mundo de pontas soltas e desconexas entre si. Destarte, é com muita alegria e satisfação que apresento-lhes meu segundo livro de crônicas, poemas e contos: SUBMUDO DAS IDEIAS PERDIDAS.
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Nas sombras eternas de uma biblioteca sem fim, onde estantes antigas se erguem como guardiãs dos segredos do tempo, habita um ser singular. Seus olhos, janelas para o passado, presente e futuro, desvelam as escolhas que, em silêncio, tecem a complexa tapeçaria da existência humana. Cada livro, repousando em pó e memória, carrega os nomes e as histórias de almas que um dia viveram, amaram e sonharam. Ali, entre murmúrios de páginas viradas e sussurros de eras distantes, o contador de histórias se ergue como um farol. Ele observa, com uma sabedoria ancestral, os caminhos bifurcados do destino, reconhecendo nos entrelaçados fios do tempo o reflexo de cada ser. E, com voz calma e profunda, ele se dirige a você, leitor, revelando: "Hoje, contarei a história , RUÍNA Dos Fortes." Assim, neste santuário de eternos relatos, o tempo se dobra e as histórias ganham vida, convidando-o a caminhar por entre os vestígios de um universo onde cada escolha ecoa para sempre.