The Abandonment [Hiatus]

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WpMetadataNoticeÚltima publicación sáb, nov 4, 2017
Entre dois homens existe um abismo, algo que se torna impossível se não houver um objetivo, algo forte, de intensidade que possa superar a maldade, que faz de algo bom, se tornar ruim. No início, a troca de olhares recompensava cada palavra de horror, os toques tão leves e suaves, transpareciam o amor e encobriam a crueldade, logo depois, os olhares antes brilhantes, diante de toda essa perversidade, se transformaram em algo sem significado, que se distanciava a cada impiedade Eles lutaram, se esforçaram, e colocaram suas cabeças em mira para que todos os seus sonhos se realizassem, mas não foi o suficiente, o menino de olhos azuis foi levado e separado do seu amor, que tanto fazia e declarava juras de amor. As palavras doces e calmas eram ecoadas diante a madrugada e o pequeno adolescente, percebeu que não poderia viver sem o seu tão amado Shakespeare de olhos verdes. Já os verdes esmeralda de um homem formado, que tinha um passado tão sujo, mas uma alma tão imaculada, tentou e jurou esquecer o garoto que tanto o apaixonou e o transformou, empenhou-se em substituir algo que não poderia e novamente durante a madrugada a voz doce e calma ecoou por sua mente, e nesse momento, percebeu que não viveria mais sem a sua doce criatura.
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-----☆☆☆----- "- Eu não posso te matar, sei disso - o olhar dele se afasta do meu, assim como o cano gelado da arma, que sai da minha testa. Meus pulmões volta a funcionar, e solto um suspirou lento e curto. Mas aí tudo para de novo, quando percebo agora para onde os olhos verdes como esmeraldas do homem estavam. Bem atrás de mim. Assim como a arma, que agora estava na cabeça de outra pessoa. Minhas pernas fraquejam, e a minha visão fica turva com o desespero que veio a seguir. Não podia estar acontecendo. Aquilo era culpa minha. Revezo meus olhos entre os azuis, aquele oceano que eu amava admirar sempre que podia, agora estavam cobertos pelo desespero, medo por mim e por ele, e olho para os verdes, que não continham um pingo de receio sobre as suas atitudes. Tudo nele dizia que ele não estava blefando, principalmente o seu sorriso mórbido diante daquela situação. - Mas acho que seu pai adoraria o corpo dele como presente." -----☆☆☆-----

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