Vivendo Um Pesadelo

Vivendo Um Pesadelo

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    Bab 21
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WpMetadataNoticePublikasi terakhir Jum, Nov 6, 2020
Eu sempre ouvi falar sobre amor à primeira vista, mas nunca acreditei. Esse amor que entorpece, alucina todos os seus sentidos deixando você anestesiado. Isso só tem em livros. Talvez uma paixão poderia até existir. Mas amor acho meio impossível. Então pensando por esse lado eu não posso dizer que eu amei. Sim, fui à loucura, agi por impulso. Não tinha nada a perder. Apesar que, nesse quesito estou errada. Tinha sim algo a perder. Mais adolescentes, não pensam nessas coisas. Obtive a experiência mais extraordinária da vida. Escolhi o meu momento, eu quis naquele momento. Gozei, usufrui do mais simples deleite. Constatei que ansiava por mais, muito mais. Agora, estou pagando pela minha anuência. Paixão. Vou colocar a culpa nela vai ser mais plausível. A paixão é impulsiva, inconsequente e deixa desnorteado. Então, talvez ela seja culpada disso tudo. Achei um culpado! Viva! Mas o que senti nunca havia sentido com ninguém. Isso é fato. Porém, também não tenho uma vasta experiência. Concluindo, amei ou melhor me apaixonei por cada momento. Sim, eu quero de novo, de novo e de novo. E me detesto por nutrir esse entusiasmo. O odeio por me fazer sentir assim. Uma merda de mulher, que sonha com seu príncipe encantado. Que causa danos em seu coração, deixando indefeso por seus encantos. Construindo um castelo imponente. Porém ela descobre que o castelo é de areia e o príncipe um sapo nojento e medíocre. É aquela fantasia que construiu não passa de cinzas. A realidade é bem mais dura.
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- E você, cozinheiro? O que vai comprar se ganhar o dinheiro? - Robin perguntou, me fazendo pensar. Em momentos normais, eu compraria ingredientes diferenciados e panelas novas. Mas eu estava um tanto.... carente desde os últimos acontecimentos. E sabia que precisava transar ou morreria infartado. - Vou satisfazer meus desejos. Vou numa boate ou bordel... - Respondi antes que pudesse me dar conta, me arrependendo logo em seguida. - O que? Eu sou um ser humano. - Vai pagar pra transar? - Nami perguntou rindo escandalosamente e senti minhas bochechas esquentarem. - E qual o problema? Se ninguém quer de graça. - Respondi um tanto triste por aquela sentença, mas não sendo um assunto totalmente novo pra mim. Mesmo que os outros não saibam, eu frequentava bordeis de forma quase assídua toda vez que parávamos em alguma ilha. Eu não era de ferro, afinal. - Não acredito que paga pra transar. - Ouvi o espadachim murmurar e aí fiquei puto. - CALA A BOCA IDIOTA! Por acaso nunca foi num bordel não? - Perguntei irado mas só o vi dar de ombros e negar. - Então com certeza a sua primeira era louca e cega. - A essa altura, o jogo havia ficado para segundo plano e todos assistiam a nossa discussão. - E quem disse que existiu alguém, seu tarado? - Ouvi a voz grave de Zoro perguntar, também parecendo se arrepender em seguida. - Espera. O que? - Perguntei como se não conseguisse acreditar naquilo. - Nada. - Respondeu tentando finalizar a conversa mas pelo visto todos estavam interessados. - Você nunca teve ninguém? - Robin perguntou, deixando-o ainda mais constrangido. - Eu não sou pervertido! - Protestou Zoro, já completamente envergonhado.

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