Domando o Lobo Mau

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jun 2, 2023
No meio da noite, quando a lua brilhava ao céu noturno, dava-se para ouvir perfeitamente o barulho de uma respiração ofegante. Ela vinha de um jovem, que corria por sua vida sempre adentro à floresta. Ele corria por sua vida, pois desejava viver. Fugia de seus perseguidores e levou a culpa por algo que acha correto. Disso sabia bem. Quanto mais corria, mais sua velocidade diminuia. "Acho que deveria parar, não aguento mais correr. Deus, por favor, me ajude." Implora em seus pensamentos. Parou meio que ao colidir com uma árvore. Aproveita para acalmar sua respiração enquanto olha a sua volta. Nada vê, apenas a escuridão da noite, e se não fosse pelos raios lunares que passavam pelos galhos das árvores, nada veria. Apenas teria de esperar por sua morte. Teria certeza que seria devorado por animais selvagens ou simplesmente morto da forma mais desumana possível ao ser apanhado por seus perseguidores. -Céus, onde me meti? - Se pergunta ao olhar a sua volta. Se assusta ao ouvir um barulho detrás de uma enorme árvore. Vê incríveis olhos bicolores o observando escondido. Dava para ver a silhueta à sua frente e era grande. Conseguia sentir o perigo vindo desse animal. Escuta os perseguidores com tochas e facões usados em suas plantações de cana de açúcar e trigo. Sem saber o que fazer, e revezando o olhar do animal para as pessoas. Fecha os olhos e agarra seu pequeno crucifixo, e segura perto ao coração. -Deus, socorro.
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➡ 𝗖𝗢𝗡𝗖𝗟𝗨𝗜𝗗𝗔 ❝Dizem que o tempo cura Mas há cicatrizes que não somem, só afundam mais na pele Lee Minho aprendeu cedo que a crueldade pode ter nome, rosto e uniforme escolar Ninguém fala sobre o que acontece depois Depois dos risos cruéis no corredor Depois das marcas que ninguém quis ver Depois que todo mundo seguiu em frente Mas Minho lembra E agora, anos mais tarde, ele está de volta, mais frio, mais calado, e com o passado ainda preso nos olhos No inverno, certas dores voltam a doer. E algumas histórias, simplesmente... não acabam❞

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