Um ano em câmera lenta

Um ano em câmera lenta

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Sep 20, 2017
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Fiction
Action and Thriller
O que você faria se tivesse um super poder que lhe favorece consideravelmente, lhe dando vantagens inigualáveis sobre as outras pessoas? Bom, foi o que aconteceu comigo... Como todo adolescente espinhento e dramático, eu vivia em meu mundo solitário e sem graça. Certa vez, durante uma semana cheia de acontecimentos esquisitos, percebo que possuo uma habilidade especial. Uma espécie de super poder... Nada muito extraordinário, mas era o suficiente para mudar de vez a minha vida. Em um ano cheio de aventuras, paixões, e muitos, muitos problemas, percebo como é difícil lidar com algo muito superior às minhas habilidades normais. "Um ano em Câmera lenta", foi baseado em algumas historias que encontrei do meu diário, quando tinha 14 anos. No livro, Kaike tem 16 anos quando começa a presenciar acontecimentos esquisitos até descobrir que tem um super poder. Diversos desses acontecimentos foram baseados em momentos reais da minha vida, na qual de um jeito inexplicável, eu podia enxergar esses acontecimentos com outros olhos. Dai então partiu a ideia de colocar isso em um livro com uma ideia descontraída, satirizando minha própria vida descrita nos antigos diários.
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"Eu vejo gente morta." Ok, essa frase já é um baita clichê, mas no meu caso, é verdade. Desde que nasci, eu vejo como as pessoas vão morrer nos próximos minutos - e nada do que eu faça pode mudar isso. Já tentei impedir, já rezei, já fingi que não via... Mas a morte parece se divertir comigo, transformando cada tentativa de salvação em um final ainda mais absurdo. Então, o que eu fiz? Me tornei especialista em ignorar. Melhor ainda: fiz disso um estilo de vida. Aos 28 anos, vivo como nômade, evitando qualquer laço emocional e trabalhando como leitora crítica de manuscritos. Sim, eu sou paga para ler livros ruins e encontrar os que têm potencial. Um sonho para uns, um pesadelo para quem já não aguenta mais fanfics disfarçadas de romances. Mas meu maior problema não são os clichês literários. O problema é quando eu começo a ver mortes... que não deveriam acontecer. Assassinatos que ainda não aconteceram, mas estão prestes a rolar. E, pela primeira vez, talvez eu tenha um jeito de mudar a história - ou de acabar como mais um spoiler da morte. Uma história sobre sarcasmo, mortes inevitáveis e o prazer de rir na cara do perigo. Afinal, se a vida é um roteiro, eu já decorei o final.

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