Eu, esquecida, Curandeira do cerne da alma.

Eu, esquecida, Curandeira do cerne da alma.

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WpMetadataReadComplete Tue, Sep 19, 2017
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Poetry
Poesia dedicada à ancestralidade da escrita, a divindade das mulheres que não cedem as vontades alheias e nem aos que categorizam nossa vida como proibida, que mantém sua espiritualidade mesmo que em minorias, às que se consolam e se acolhem em todas as eras e não se escondem de si mesmas. Isto é para a estante empoeirada que guardará os meus textos que ninguém lerá.
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roda
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Não prorrogue o que não pode ser prorrogado, se entregue as desejos de tua dona... O homem mais perigoso, a mulher mais sensual, o desejo de vingança contra o desejo carnal, um imaginário quente e um casal pra lá de envolvente... Cristina e Fulgencio...

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