Infancia. . . Bom vamos ver oque sai.

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Oct 5, 2017
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Non-Fiction
Apesar de na infância ter tido vários amigos não me considerava um cara popular, bom eu era baixinho, tinha cabelo de índio e tals, andava com garotos considerados estranhos e esquisitos pela maioria da galera da escola, eram Lucas H e Eric F, eu era amigo deles, bom do Lucas ainda sou e o Eric não tenho contato, gostava da companhia desses caras, nunca fui o mais esperto e nem o mais legal deles, mas estava na maioria das vezes ali com eles, eu e o Lucas ate eramos ninjas, ah como aquela época era boa, mas enfim seguindo na minha historia , eu era apaixonado e fui por muito tempo por uma garota da minha sala, uma loira incrível, tipica garota popular amada por todos, minha queria Mariana V, apesar de ela saber do meu amor por ela, por sua vez nunca me deu uma chance, muito triste com tudo lá estava meu amigo Lucas me ajudando de novo, e agradeço por isso cara. seguindo em frente ou melhor, voltando um pouco no passado, mais precisamente no tempo em que eu morava com meu pai e nem sonhava com tudo que acabei de falar ate aqui. Eu e meu pai eramos muito amigos, sempre fomos, ate um certo tempo quando ele conheceu minha primeira madrasta, mas nada desse tempo importa exceto o final da minha historia com meu pai, vou lhes contar, em uma tarde em que meu pai saiu para trabalhar e fiquei sozinho com minha madrasta como de costume, mas nesse dia foi diferente, ela me levou para o quarto e tirou suas roupas e começou a se esfregar em mim, eu uma criança de cinco anos, fazendo com que eu acariciase os seios dela enquanto ela chupava meu pênis e achava graça nisso, ficou fazendo isso por um tempo, depois de tudo ela me ameaçou dizendo que se um dia eu contasse para meu pai ela cortaria minha lingua fora, mas um certo dia cansado de tudo na inocência contei tudo para meu pai e para minha surpresa ele não acreditou em mim e ficou com ela me mandando para a casa da minha mae, que foi quando eu entrei não colégio Alberto Werner.
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Com 19 anos eu não sabia muito sobre amor. Já havia assistido centenas de filmes, visto centenas de séries, lido centenas de livros e ouvido centenas de músicas, e todos sempre acabavam falando sobre amor. Eu não me lembrava de já ter realmente sentido Amor alguma vez e não me punia por isso. Como sempre dizia minha mãe: Você tem a vida inteira para amar. Mas eu tinha, com certeza, curiosidade. Como seria sentir um sentimento tão forte e notável? Como era a sensação? Eu não sabia, mas, de qualquer forma, eu havia estabelecido regras para quando isso supostamente acontecer. Amar parecia algo sério e eu não queria correr o risco de sentir isso por algum idiota qualquer. Mora com a mamãe? Bye. Faz piada com tudo? Bye. Quer dormir comigo no mesmo dia que me conheceu? Goodbye. Eu não sabia como era amar, mas estava preparada para quando isso acontecer. Ou pensei que estava...

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