100 Jeitos de Morrer

100 Jeitos de Morrer

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Apr 19, 2022
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Fiction
Romance
Em primeiro lugar, eu sou uma pessoa estranha, não leiam o livro esperando normalidade, esse é um livro que depositei minha criatividade e carinho para mostrar quantas as possibilidades temos de morrer, e entre elas eu escolhi as 100 melhores (ou piores, depende do seu ponto de vista). Já pensaram que as pessoas só nascem de um jeito? Se não sabem esse jeito, pergunte ao seu papai e mamãe como você foi feito. Diferente da forma que nascemos, as nossas formas de morrermos são várias! milhares e bilhares! Jeitos que talvez nem conhecemos, tantas possibilidades, mas com a morte não se brinca, espera...ou brinca? Talvez se esse livro fazer sucesso eu escreva um "100 jeitos de se suicidar" ou talvez um "100 jeitos de matar alguém" (gosto de pensar no futuro). O que vocês acham? Ps: deixem seu feedback e se acharem algum erro ortográfico, avise nos comentários, boa leitura!
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entretenimento
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"Eu vejo gente morta." Ok, essa frase já é um baita clichê, mas no meu caso, é verdade. Desde que nasci, eu vejo como as pessoas vão morrer nos próximos minutos - e nada do que eu faça pode mudar isso. Já tentei impedir, já rezei, já fingi que não via... Mas a morte parece se divertir comigo, transformando cada tentativa de salvação em um final ainda mais absurdo. Então, o que eu fiz? Me tornei especialista em ignorar. Melhor ainda: fiz disso um estilo de vida. Aos 28 anos, vivo como nômade, evitando qualquer laço emocional e trabalhando como leitora crítica de manuscritos. Sim, eu sou paga para ler livros ruins e encontrar os que têm potencial. Um sonho para uns, um pesadelo para quem já não aguenta mais fanfics disfarçadas de romances. Mas meu maior problema não são os clichês literários. O problema é quando eu começo a ver mortes... que não deveriam acontecer. Assassinatos que ainda não aconteceram, mas estão prestes a rolar. E, pela primeira vez, talvez eu tenha um jeito de mudar a história - ou de acabar como mais um spoiler da morte. Uma história sobre sarcasmo, mortes inevitáveis e o prazer de rir na cara do perigo. Afinal, se a vida é um roteiro, eu já decorei o final.

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