em uma noite aparentemente normal como as outras Rarley estava em sua casa em seu quarto com seu namorado. já eram três da manhã, quando escutam gritos, gritos desesperados, quando os gritos passam depois de umas 2 hrs, resolvem ir ver o que é, e escutam um grito e batidas no portão.
-ME DEIXEM ENTRAR.
correram abrir a porta, era uma menina de estatura média, mais ou menos 1.57 de altura, loira de olhos azuis, pele palida, com cabelos lisos.
Após deixarem a garota entrar, perguntam:
- Mas que poha está acontecendo?- pergunta Rarley
- vcs ainda não sabem? - pergunta a loira se referindo a Rarley e seu namorado do qual o nome era Henrrique.
- são corpos mortos enfectados por uma bacteria chamada xistoso, não são mais humanos porem se alimentam de carnes, unica forma de matar é atingindo na cabeça, são meio cegos durante o dia, o sol incomoda a pele deles, mas ainda assim alguns andam pelo sol, não são surdos e podem seguir seu cheiro.
-e como sabe disso?- pergunta Rarley
- meu pai era cientista. Propósito, prazer Ariana- diz ela fazendo um gesto para cumprimenta-los.
Dentre todas as possíveis questões sem resposta lógica que passavam pela cabeça de qualquer ser saudável, a que mais me deixava cismada desde minha solene e atormentada infância era quanto a existência do sobrenatural, e da pior maneira descobri que sua existência é real, podendo ser o mais amigável ou, como no meu azar, forças cruéis que poderia admiti-los como discípulos do próprio pai das trevas.
Me chamo Sophie Mattis, e minha sanidade julgo ter sido arrebatada para longe da minha consciência quando decidi fazer uma viagem, de um modo que a realidade parece estranha, destilada. Seria uma viagem inocente, se fossemos e agíssemos como tal, mas a curiosidade e a racionalidade nos levou ao caos, ao tormento de dias insanos e incrédulos.
O inferno se mostrou para nós.