Hate
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G-Dragon - BIGBANG Depois de alguns copos de vodca eu estava solta e pouco me importando quem olhava o meu decote, queria apenas curtir a noite antes que o efeito do álcool passasse. A música não era lenta, porém, sensual e meus passos, por mais desajeitados, pareciam atrair vários olhares e principalmente o de um certo ser com um sorriso lindo que mordia os lábios ao me ver ir até o chão e passar minhas mãos pelas minhas curvas de forma provocativa. Mordi os lábios e o chamei com o dedo, mas ele não se mexeu um milímetro. Dei um sorriso e comecei a andar em sua direção, já estava fora de mim e com certeza, não iríamos lembrar do que aconteceu.
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Eu tinha tudo. Ou, pelo menos, era o que todos acreditavam. Uma empresa de moda consolidada, influência nos círculos mais seletos, uma conta bancária que sustentaria gerações. Mas o vazio sob o peso dessas conquistas era impossível de ignorar. Eu me casei por amor. Ou, pelo menos, foi o que pensei. Sara tinha esse efeito sobre as pessoas - um magnetismo sutil, uma capacidade de fazer você acreditar que o mundo poderia ser um lugar menos insuportável ao lado dela. Eu amava Sara. Mas, com o tempo, o amor começou a se dissolver sob o peso das dúvidas. Pequenos detalhes - olhares que pareciam medir mais do que apreciar, respostas que soavam... vazias. Será que o amor de Sara era só uma fachada para o verdadeiro objeto de desejo - meu dinheiro? Foi nesse contexto que encontrei o bar. Um lugar discreto, imerso em luz baixa e música abafada, onde os drinks eram precisos e o anonimato oferecia alívio. Eu ia para lá sempre que o silêncio em casa se tornava insuportável, sentava no mesmo banco, acendia um cigarro e deixava o gosto amargo do uísque deslizar pela garganta. E foi lá que comecei a conversar com a barista. Eu não sabia o nome dela - e nunca perguntei. Ela tinha um sorriso fácil, mas um olhar agudo demais para ser ingênuo. O tipo de pessoa que te enxerga antes mesmo de você abrir a boca. Ela ouvia sem julgamentos. Às vezes, dava conselhos diretos, com uma clareza quase cruel. O mais estranho é que ela parecia me entender - não como Faye Peraya, a empresária bem-sucedida, mas como alguém que carregava o peso de um amor que começava a desmoronar. Eu não sabia por que confiava nela. Talvez fosse a maneira como ela me olhava, sem expectativa, sem exigência. Talvez fosse o fato de que, diante dela, eu não precisava ser nada além de... eu.

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