Intercambiáveis.

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Mar 10, 2018
Dois irmãos com uma invejável situação financeira . Uma bolsista que sonha em ganhar o mundo, mas que, no final do dia, mal tem o dinheiro da própria janta. Um policial que ama, vive e morre pela profissão. E um morro, seu dono e os perigos que os tornam mais interessantes. Mundos completamente opostos onde ambos só aparentam não ter nada em comum. Um acordo vai junta-los e interligalos na mesma realidade. Um plano onde quase todos entram em busca de um objetivo que, teóricamente , é oque precisam para a própria vida. O plano é simples: entrar na boca do próprio leão e esperar conseguir sair vivo. Os riscos? No mínimo, acabar atrás de uma grade. No máximo, falhar em manter a própria vida até que tudo termine. O "projeto" cuidadosamente calculado pode ter um começo previsível, mas um final totalmente inesperado. Afinal, não é possível saber os resultados que sua armação trará, quando à mesma se torna um jogo que envolve seus próprios sentimentos, não é mesmo? Início: 30 de novembro. Fim: incerto. Plágio é crime! Seja criativo e crie a PRÓPRIA história.
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Desde pequena, aprendi a caminhar sozinha. Sempre soube o que queria, sempre decidi por si própria, não por orgulho, mas porque a vida cedo me ensinou que a força também pode ser uma forma de amor. Enquanto meu pai estava vivo, o mundo fazia sentido. Ele era abrigo, direção e riso fácil nos dias difíceis. Com ele, eu acreditava que nada poderia nos faltar. Mas o dia em que completei dezoito anos também marcou o instante em que minha história se partiu. Um acidente de carro mudou tudo. Eu sobrevivi. Meu pai, não. De repente, o silêncio ocupou o lugar da sua voz, e a ausência se tornou presença constante. Restaram minha mãe, endurecida pela dor, e meu irmão - pequeno demais para entender por que o colo que o embalava agora vinha carregado de lágrimas. Aos vinte anos, fiz a escolha mais difícil da minha vida: sair de casa levando comigo meu irmão. Não por rebeldia, mas por amor. Vi de perto o sofrimento que nos cercava, vindo da própria família, e entendi que, às vezes, permanecer também pode ser uma forma de se perder. Partimos sem garantias, apenas com coragem e fé vacilante. Houve dias em que a espera doeu mais do que eu imaginava. Eu achava que esperava por respostas, por descanso, talvez por alguém que viesse preencher os vazios que a vida deixou. Mas, no silêncio das minhas orações e nas noites em que chorei sozinha, descobri algo maior: eu não estava sendo abandonada - estava sendo preparada. Deus estava me ensinando que a espera não é castigo. É processo. É cuidado invisível. É quando Ele trabalha em nós antes de nos entregar aquilo que pedimos. E foi ali, entre perdas e promessas, que comecei a entender que minha história não era sobre solidão, mas sobre confiança. Porque, mesmo quando tudo falta, Deus permanece. E permanecer n'Ele sempre vale a espera. {Plágio é crime, não copie as histórias dos outros, criem as suas próprias histórias, cada um tem um escritor dentro de si mesmo.} ~Quase todos os lugares, e

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