Enquanto houver Luz

Enquanto houver Luz

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EXO
Enquanto houver Luz: a vida permanecerá enquanto houver o amor. Baekhyun estava pronto para morrer. Riu porque via graça na maneira como uma porta dividiu tão facilmente dois períodos em sua vida: Os vinte e dois anos mais felizes e consequentemente os dezessete mais miseráveis. Grandes esperanças, foi tudo o que ele teve. Via graça na maneira como a dor havia se revertido em esperança. Mas era tarde demais. Dois tiros. Dois corpos. Não havia luz. Não havia vida. "Deixe que a Vida seja, sempre e para sempre."
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Jeon Jeongguk era só mesmo um adolescente quando amou pela primeira vez, de verdade. Amor daqueles inconsequente, que "queima" ao mesmo tempo que faz o estômago gelar, pernas ficam bambas e o coração acelera tanto que mesmo aos 16, sempre que aquela pessoa aparece, você jura que um ataque cardíaco fulminante vai te matar. E mais, um único dia distante já parecem séculos afastados e, basta um olhar, mesmo de longe, tudo em si revira e se havia algum resquício de raiva por qualquer briga boba, então nada mais faz sentido... Aquele beijo familiar, intrigante, com sabor de êxtase, faz tudo se encaixar. Só que tão abrasivo quanto queimou, o sentimento adolescente veio e, se foi... Junto do inconsequente e desajustado garoto de fios descoloridos e sorriso torto adornardo por covinhas, com perfume de cigarros e gasolina, que o despertou. Os anos passaram, agora adulto, depois de achar que nunca mais poderia fazer, Jeongguk ama novamente. Um amor totalmente inverso ao primeiro. Sereno, doce, acolhedor. Do tipo que beija sua testa e olhos, antes da boca. Que não faz tremer as pernas, porque está ocupado segurando firme suas mãos, durante qualquer que seja a "queda" ou o momento. O coração não acelera como se fosse explodir ou subitamente parar, bate calmo, ritmado, acostumado à constância de um Lar. Sim, era esse o novo amor de Jeongguk, amor que o fazia sentir bem, sentir em casa. E estava bom assim. Estava perfeito. Até que chegasse um novo vizinho, hóspede de seu novo amor para o fazer questionar a súbita partida e inesperada chegada daquele outro primeiro... +18 E, já sabemos né, PLÁGIO É CRIME!

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