XVII - Entorpecida

XVII - Entorpecida

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Poetry
Capítulo 17 da coleção de poesias. Para Gabbe, o tempo presente é o maior presente que ela poderia ter; a droga do amor corre livremente em suas veias, a paixão a deixou confortavelmente entorpecida nos silêncios em quartos bagunçados. Ela não fora domada, apenas finalmente compreendida. O motivo de sua insônia nas noites de verão tem um sorriso tímido; o garoto se encanta com os enigmas da garota que nunca pertenceu a nenhuma cidade e a nenhum homem. O amor dele é do raro tipo que ela morreria para conseguir manter para sempre consigo, e a alma dela é as que ele se curvaria em uma referência e nunca a deixaria ir embora. Ambos embriagados e entorpecidos em emoções que somente palavras mágicas conseguem transmitir o real significado, ele irão se amar até o mundo acabar.
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