Enchanted Book: Reino Perdido

Enchanted Book: Reino Perdido

  • WpView
    Reads 29
  • WpVote
    Votes 4
  • WpPart
    Parts 1
WpMetadataReadOngoing
WpMetadataNoticeLast published Sun, Dec 29, 2024
Mad e uma menina que apesar de ter tudo que uma adolecente de sua idade pode querer ter não se sente feliz, uma garota cercada de pessoas mas se sente solitária. Ela não consegue entender os motivos pra tamanha tristeza, talves tenha sido pelo fato de ter perdido seu pai ainda na infância. Lembra-se dessa época com grande penar, pois embora todos a diga que não teve culpa sentia-se responsável por sua trágica morte. Um livro que precisa ser liberto mas todos aqueles que um dia tentaram não conseguiram tamanha façanha. Depois de anos e anos esquecido na biblioteca da escola particular de Bowerstone acaba caindo nas mãos de Mad. Tudo que ela precisava fazer era somente seguir a unica instrução que havia em sua capa preta que era: "Não abra-me". Mas por ser extremamente curiosa faz exatamente o contrário, depois de aberto o livro mudará sua vida e só dependerá dela se será uma mudança pra sua felicidade ou não. Ou melhor, será que ela terá direito a escolha?
All Rights Reserved
#120
desconhecido
WpChevronRight
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • I Love You In Capital Letters (G!P) FreenBecky ✔️
  • Minha Melhor Escolha
  • TODA SUA HISTÓRIA 2 P.S: Não me esqueça (𝐶𝑜𝑛𝑐𝑙𝑢𝑖́𝑑𝑎)
  • O Colar Perdido
  • Não olhe!

Diante da dor lacerante e da crueldade que se interpõe entre dois corações, a pergunta "O amor é mesmo capaz de suportar e superar tudo?" ecoa com uma urgência lancinante. Rebecca Armstrong, com o coração em frangalhos e a alma dilacerada, encarou a mais cruel das escolhas. Não era apenas a sua vida que estava em jogo, mas a da mulher que amava e, ainda mais precioso, o fruto puro e inocente do amor delas. O ódio cego de um homem, um veneno destilado em cada ameaça, forçou Rebecca a um ato de desespero: abandonar Freen. Cada passo que a afastava era uma punhalada em sua própria alma, um grito abafado de dor que apenas ela podia ouvir. As memórias de risadas compartilhadas, toques gentis e promessas sussurradas em noites estreladas transformaram-se em fantasmas que a assombravam, lembrando-a do paraíso perdido. Mas o amor de Rebecca não era egoísta; era um amor que se sacrificava, que renunciava à própria felicidade para garantir a segurança daqueles que mais importavam. Enquanto Rebecca se desfazia em lágrimas e saudade, Freen Sarocha afundava em um abismo de desespero. A ausência de Rebecca era um vazio excruciante, um eco constante de algo precioso que havia sido arrancado de sua vida sem explicação. Cada dia era uma batalha contra a desilusão, cada noite uma vigília silenciosa por um retorno que parecia nunca chegar. O pai, com uma frieza calculista e uma fachada de compaixão, ofereceu a Freen o ombro para chorar, a mão para guiar, a voz para consolar. Ele se tornou seu porto seguro em meio à tempestade, o farol que a guiava através da escuridão. Freen, em sua vulnerabilidade, agarrou-se a essa tábua de salvação, sem sequer imaginar que a mão que a consolava era a mesma que havia arquitetado sua desgraça. A ironia era cruel, a traição, um punhal envenenado cravado em sua confiança. Ela via no pai o apoio que precisava para seguir em frente, sem saber que ele era o verdadeiro artífice de sua dor, o marionetista sombrio que

More details
WpActionLinkContent Guidelines