Rastros do Caos

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Mar 3, 2018
Eu nunca sei como descrever o amontoado de textos escondidos no meu bloco de notas. Pra falar a verdade, acho que eles falam tão por si só que seria quase impossível descrever o que explodiu pelos meus dedos no choque de um caos. Costumo escrever pela dor e pelo encanto, pela vontade de me esquivar do mundo, pela alegria absurdamente boa ao ver os olhinhos de alguém brilhando e as vezes acho que até sou capaz de fazer cócegas no coração de quem se permite com esse amontoado de textos bagunçados que na maioria das vezes começam corroendo meu corpo inteiro pra depois aliviar. Espero que você não se reconheça com as palavras que vão surgir aqui e que algum sentimento não tão ruim, de alguma forma, aconteça ao ler estes capítulos. Mas caso demore... São rastros do caos, o inicio do que escrevo nunca é bom. com carinho, mi.
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Aquelas tuas palavras caíram sobre mim como meteoros súbitos na noite. A queda foi rápida, o barranco não muito profundo. A descida, porém, não foi das mais suaves. Qual são os preços pagos das lições aprendidas? É um risco que ocorre, Agulha contra o vidro, Eu tenho um bom punhado de assombrações que me acompanham, me sussurram desesperos [...] Era como se eu estivesse invisível. Tão mudo o escuro que o menor cochicho Na amplitude do silêncio é engrandecido Como cansa sentir tudo e não mais sentir nada! Não pense que não sei nada do mundo para entender. Reunindo 4 poemas e 6 contos, entre a prosa e a poesia, Paredes Invisíveis é um retrato de cacos quebrados além dos sentidos, pequeno relicário de um milhão de gotas de dolorosas melancolias. Quais os riscos que corremos? O que encontrar na escuridão? Quem nos espera e quem nos envenena? Por qual caminho seguir se não vemos sentido em tudo isso? São muitos, são muitos os vidros. Você aprende a conviver com eles. É preciso.

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