Intitulada [AINDA RASCUNHO]

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WpMetadataNoticeÚltima publicación dom, mar 29, 2020
Eu estava ali, e, honestamente falando não lembro de um momento em que não estive presentes naquelas cenas tão clichês, no entanto tão unicamente singulares. Eu presenciei a surpresa, a esperança, o desespero e a dor, por um período me permiti me sentir como Deus, observando em terceira pessoa a vida de alguém, ou melhor, morte de alguém. O que mais dói no fim do dia, no entanto, é saber que não tenho para quem orar ou depositar minha fé, ou até desejar um bom fim, como viver em um lugar de paz como o céu. Eu aprecio quem tem fé. 26 de dezembro estava sendo um dia comum até o momento em que aquela paciente em especial entrou no hospital, não só ela, como aquele homem. Não, não era um caso comum e a minha apatia não estava funcionando naquele momento.
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Minha vida sempre foi um desafio sem fim, sentia como se uma escuridão vivesse dentro de mim e me consumisse cada vez mais. Tinha que viver todos os dias com o fardo gigantesco de me odiar. Não tinha nenhum motivo para ser assim, mas desde muito nova fui diagnósticada com depressão, desde aí tudo começou a perder todo o sentido que deveria ter, perdi todos os motivos para continuar viva e toda minha vontade de querer levantar da cama todos os dias. Aguentei por muito tempo, mas chegou em um ponto que não conseguia mais, por isso decidi colocar um fim nisso tudo. Quando acordei no hospital, confusa, logo encontrando o rosto de minha mãe, com um olhar preocupado, desesperado e ao mesmo tempo cheio de decepção. Com isso minha família decidiu me internar num hospital psiquiátrico para ter certeza que não cometeria esse erro novamente, lá acabei conhecendo ele. Ele mudou minha vida totalmente, tudo finalmente passou a ter sentido, nunca imaginaria que eu encontraria cor nessa vida escura em alguém como ele, que estava totalmente perdido, assim como eu. Concluída.

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