Ele me observava. No começo, eram só coincidências. Um vulto na minha visão periférica, um número desconhecido ligando e desligando, a sensação incômoda de ser vigiada. Mas então vieram os bilhetes. As mensagens. As fotos. Ele sabia onde eu mirava. Sabia minha rotina. Sabia coisas que eu nunca contei para ninguém. E então, eu soube. Não era coincidência. Era ele. E ele estava apenas começando.
Mais detalhes