Rehvenge.

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WpMetadataNoticeZuletzt aktualisiert Di., Apr. 1, 2014
«Na primeira vez que o vi, os seus olhos eram mais gelados do que duas tempestades de inverno, mais mortais do que a mão que me prendia. Eram como dois cristais, picando a minha pele, fazendo o medo entranhar-se debaixo dela. Eram olhos de lobo, um predador letal, frio e calculista. O meu corpo tremia sobre a parede suja, sentia-me fraca, manobrável e impotente. Foi quando vi as pupilas aguçarem-se, vi ódio, raiva e escuridão. - Eu conheço-te. - As palavras dele saíram num sosurro. Uma promessa. A beleza selvagem fazia contrair o meu estômago e arrepiava a minha pele febril. As sombras dançavam no seu rosto. E nesse momento, eu soube que ele me ia matar.»
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-----☆☆☆----- "- Eu não posso te matar, sei disso - o olhar dele se afasta do meu, assim como o cano gelado da arma, que sai da minha testa. Meus pulmões volta a funcionar, e solto um suspirou lento e curto. Mas aí tudo para de novo, quando percebo agora para onde os olhos verdes como esmeraldas do homem estavam. Bem atrás de mim. Assim como a arma, que agora estava na cabeça de outra pessoa. Minhas pernas fraquejam, e a minha visão fica turva com o desespero que veio a seguir. Não podia estar acontecendo. Aquilo era culpa minha. Revezo meus olhos entre os azuis, aquele oceano que eu amava admirar sempre que podia, agora estavam cobertos pelo desespero, medo por mim e por ele, e olho para os verdes, que não continham um pingo de receio sobre as suas atitudes. Tudo nele dizia que ele não estava blefando, principalmente o seu sorriso mórbido diante daquela situação. - Mas acho que seu pai adoraria o corpo dele como presente." -----☆☆☆-----

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