Mega crossover

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Apr 6, 2018
- TOM AU POV ON - - Achei você - Disse Tord (Au). - Você não sabe o quanto eu te procurei seu maldito - - C.como você? - Meus olhos se arregalaram quando vi aquela silhueta a minha frente, aquele maldito comunista. Eu estava caminhando no meio daquele grande caos que era a cidade quando ele apareceu, e como um trovão estrondoso algo me acertou e perdi a consciência. Alguma coisa gelada e viscosa tocou minha pele e me fez despertar de supetão, era água. - Dormiu bem? - Comentou Tord (Au) de maneira debochada e provocativa. - É claro - Tentava mover meus braços, mas eles estavam amarrados. - Foi ótimo - Tord (Au) caminhava em minha direção em passos mecânicos. - Tão bom quanto sua vida se esvaindo pelas minhas mãos seu maníaco piscicopat... - Minhas palavras foram silenciadas e o único som audível era do impacto de um chute na boca me jogando para o canto esquerdo daquela sala escura e frívola. A dor percorreu todo meu corpo e eu posso jurar que o gosto de adrenalina é mesmo de sangue. Obs: Escrevi esse capítulo pois fui convidada a participar de um colab, vou deixar o link para vocês lerem a história original e sempre que eu escrever algum capítulo novo eu posto aqui. Link: https://my.w.tt/tQRhNJd3JL
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(...) Dou mais um passo para trás me afastando e sinto minhas pernas se chocarem com o sofá. Merda! Estou encurralada, ele se aproxima ainda mais, perto demais, próximo demais, seu olhar cai sobre minha boca, voltando em seguida a me encarar tão intenso quanto antes. Sinto o ar escapar dos meus pulmões, minhas pernas ficam bambas, mas ainda conseguem me manter em pé e com a postura firme, estou tensa com tamanha aproximação. Ele parece estar tão tenso quanto eu. - Porque sim! Porque não gosto de você, e você sabe disso, não sei porque pergunta. - respondo friamente, tentando manter o contato visual para cumprir a veracidade de minhas palavras. - Sim, eu sei, mas achei que o combinado era mantermos um bom convívio para Poliana. - ele diz calmo e eu desvio o olhar e reviro os olhos, sorrindo irônica. - Para com isso! - ele fala, a autoridade e gravidade da sua voz é tanta que sinto um arrepio na nuca. - Não revire mais os olhos para mim! - ele pede em um sussurro com a voz rouca e falha, aproximando mais o rosto do meu, seus olhos mergulhavam nos meus, profundos, intensos, cheio de desejo e malícia. Por um momento deixo-me levar por aquele olhar, desejando tanto quanto ele que aquela aproximação fosse adiante, o ar de sua respiração quente atingindo minha pele. Mas não posso, não posso me deixar levar por uma onda de sensações carnais absurdas que se fazem presente. Estamos cara a cara, nossos narizes quase se tocando, uma onda de raiva, tensão e desejo se misturam em nosso olhar. Meu corpo estremece. Volto para a realidade e para o que realmente estava acontecendo. (...)

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