Através das Barreiras do tempo

Através das Barreiras do tempo

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Mar 15, 2019
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Fiction
Action and Thriller
A partir de um encontro inusitado com antigo amigo de sua infância, o senhor Regis começará a viver a maior aventura de sua vida. Um ancião ao qual ele jamais pensaria que reencontraria ainda neste mundo lhe concederá um passaporte para a mais esplêndida viagem de toda sua vida, ao qual pelas leias da física seria deveras impossível acontecer. Com isto, buscando reviver a perdida época de infância, Regis consegue como nesse impossível passe de mágica voltar a seu tempinho em que ele imaginava que era feliz sem saber. Porém, ao voltar, ele teria esquecido de alguns pequenos detalhes, entre eles o reencontro consigo mesmo e que não reviveria apenas seus momentos de criança feliz, portanto, aproveitaria para tentar consertar as coisas desagradáveis que causavam traumas em sua vida adulta, mas Regis sabia também que teria que ter cautela com aquilo que almejava alterar, pois como sua mente evoluída pelo passar do tempo conhece o antigo ditado que diz "não mexa no passado para não sofrer consequências drásticas em seu presente e principalmente no futuro". Sendo assim, ele percebe que, embora em corpo e desejos de criança inocente, sua mente continua a de um adulto responsável e se vê com a obrigação de cuidar, além de si mesmo, de seu eu, completamente imaturo, devido a verdadeira pouca idade.
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#581
amizade
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Dizem que o amor não se controla, mas até onde ele pode ir antes de se tornar destruição? Amar dois irmãos é viver em uma prisão invisível, onde cada batida é tortura, cada sorriso roubado é culpa, cada abraço desejado é pecado. E ainda assim, o coração insiste, insinua, chama... mesmo sabendo que a linha entre paixão e destruição se estreita a cada segundo. É possível dividir o amor sem se perder? É possível sentir inteiro quando se ama alguém e ao mesmo tempo deseja outro? E quando esses amores estão ligados por sangue, história e memória, como decidir quem deve ocupar seu mundo, e quem deve ser apenas lembrança de um sentimento impossível? Escolher se torna um ato de crueldade. Cada decisão é um corte profundo, cada silêncio pesa mais que mil palavras. O amor não pergunta se é certo ou errado, ele apenas exige, arrasta e consome. E amar dois irmãos é desafiar todas as regras invisíveis, é desafiar a própria moralidade do coração, é viver sabendo que nenhum caminho será livre de dor. O coração, então, se transforma em campo de batalha. Desejo contra razão, paixão contra culpa, amor contra impossibilidade. Cada beijo negado é morte lenta; cada sorriso compartilhado é condenação silenciosa. Amar assim é aprender que o impossível existe - e que os limites que julgamos firmes podem ser destruídos por uma única faísca de sentimento. E no fim, resta apenas a pergunta que ninguém ousa responder: será que o coração pode mesmo amar duas pessoas ao mesmo tempo, quando a própria vida insiste que isso não deveria existir? Ou será que o amor, na sua essência mais brutal, não conhece regras, nem limites... e apenas queima, sem pedir licença, sem se importar com quem será destruído?

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