Story cover for Atlantropa by Mauricio_PCF
Atlantropa
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Ongoing, First published Apr 10, 2018
Na década de 1920 um arquiteto chamado Herman Sörgel mostra ao mundo uma maneira de contornar a crise mundial, construindo quatro grandes barragens que iriam lentamente secar o mediterrâneo para criar terras para serem exploradas, a maioria dos países concordam, prevenindo uma segunda grande guerra, agora é 2050, e o Sörgel estava muito errado, o mediterrâneo está completamente seco tirando veneza, a Europa se uniu a África e agora é um deserto enorme, com pobreza e fome se alastrando por todos os lugares que não eram as barragens, chamadas de Atlantropa, quem vai ser o salvador da Europa?
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#80futurismo
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NeoCity - Sombras Entre a Luz e a Memória: Quando a Luz Mentiu

11 parts Ongoing

O ano é 2081, quatorze anos após o início da Grande Decadência - uma era de colapso silencioso, desencadeada por um vírus que atingiu 90% da população com implantes neurais de aprimoramento. Chamado de Voz de Babel, o vírus não destruía corpos, mas realidades. Ele embaralhou as fronteiras entre memória e ficção, fundindo mentes humanas com dados digitais, personagens fictícios e traumas armazenados nas redes. Muitos enlouqueceram. Outros simplesmente desapareceram - suas consciências, agora fragmentadas, vagam como ecos digitais, os Ghosts: entidades presas nas redes locais, gritando, interferindo, tentando se comunicar. Às vezes em sussurros. Às vezes em puro desespero. Sem internet global, cada cidade se fechou em sua própria rede isolada, cercada por firewalls e medo. Mas nem isso é suficiente. Presenças estranhas se manifestam em sistemas, elevadores que tocam músicas esquecidas, vozes de mortos que ressurgem nos canais da TV. Lá fora, o planeta apodrece. Tempestades de poluição cobrem o céu por semanas, bloqueando o sol. Chove ácido. O concreto derrete. A humanidade sobrevive em estruturas blindadas, como ratos fugindo da própria criação. Enquanto as corporações disputam o controle com governos falidos, uma promessa ecoa nos telões da cidade: "RECOMECE EM TERRAS MAIS PURAS." Mas todos sabem: ninguém volta dessas terras.