Coração (ama)dor.

Coração (ama)dor.

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WpMetadataNoticeÚltima atualização qua, abr 25, 2018
Ele sorriu quando tirei os sapatos ao entrar, vi nos olhos cinzas que embora fosse um ato desnecessário, ficara satisfeito com o gesto. A tarde estava fria, antes de reparar a mobília corri para pisar sobre o tapete, foi quando as mãos já tão conhecidas deslizaram por meus ombros e retirou-me o casaco, soltou-o sobre o chão e deslizou as mãos de volta por meus braços arrepiados pelo clima ameno que chicoteava a pele recem-descoberta. Segurou meu queixo com os dedos e sorriu perto demais a ponto de eu poder sentir seu hálito, sorri no instante em que meus olhos encontraram os olhos que sempre me deixavam sem graça, bastou que ele inclinasse um pouco a cabeça na intencao de beijar-me os lábios para que eu me esticasse nas pontas dos pés, curvasse as costas feito gata manhosa e me atirasse nos braços que sem demora me acolheram e me fizeram sentir a segurança de um "amor tranquilo, com sabor de fruta mordida". Os beijos doces e quentes, cada instante, no verão escaldante ou no inverno, eu sempre soube que meu lar seria onde ele estivesse.
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A mão em garras afastou-se de meu rosto e agarrou meu pulso ardente, engoli em seco sentindo o toque morno surpreendentemente gentil, paralisada assisti levar meu pulso avermelhado até a boca, engoli um grito ao ver os caninos aparecerem por entre aquela névoa estranha. A única coisa que vinha a minha mente era meu braço sendo arrancado fora, fechei os olhos esperando pela dor excruciante, mas a única coisa que senti foi outro toque, agora quente e úmido. Abri os olhos encontrando a criatura lambendo a marca fazendo a ardência ir embora. - O que é você? - Consegui murmurar, mais uma vez não tive resposta, ao invés disso fui obrigada a deitar voltando a me sentir sonolenta. A criatura se afastou, quis levantar, mas meu corpo pesava uma tonelada e minhas pálpebras se recusavam a ficar abertas. - Espere..."

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