Preparada Para Morrer

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WpMetadataNoticePublikasi terakhir Kam, Agt 15, 2019
"O vento frio batia contra a pele quente do meu rosto, eu sorria para o horizonte que se estendia diante de mim, via as nuvens brincando de serem feitas de algodão, e em meio ao meu deslumbre do mundo, uma voz, bastante conhecida me chama. -Princesa, você precisa se arrumar- era Crista, ela dizia isso com um peso na voz, e até mesmo raiva. -Já está na hora?- eu pergunto mirando o horizonte, com a esperança de que alguma coisa acontecesse impedindo o meu destino. -Infelizmente sim, A alteza, senhor seu pai, me pediu para te chamar.- senti seus braços ao redor de mim, e então ela continuou- sua morte será linda minha princesa... -Eu não quero uma morte linda Crista, eu quero viver.-Eu disse quando uma lágrima solitária descia pela minha bochecha esquerda. Eles não tinham esse direito. Não, eles definitivamente não tinham. Foram vinte e um longos anos, de pura pressão e um legado. E mesmo a minha vida não sendo maravilhosa, eu ainda queria viver, uma suicida da morte, queria matar a responsabilidade de morrer, e viver livre. Eu precisava viver." Bom, era assim que a princesa se remoia na própria tristeza, mal sabia que o destino é bem mais imprevisível, e que a morte se tornaria sua verdadeira escapatória.
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Ayla estava cansada. Cansada dos dias que vinham, um após o outro, arrastando-se como sombras longas demais. Cansada do barulho do relógio, sempre constante, sempre lembrando que o tempo passava - para todos, menos para ela. Das pessoas que caminhavam apressadas, amontoadas, indo para algum lugar... De como seus pais sempre decidiam recomeçar em cidades diferentes, como se fosse possível fugir do passado. De nunca poder se apegar a nada, a ninguém, como uma pessoa normal. De carregar nos ombros o fardo do tempo - da certeza amarga de que todos virariam pó diante de seus olhos. Ela estava cansada de ser uma vampira. Então, um certo dia... seu mundo parou. Houve silêncio. Depois, riso. Depois, ela. Ayla se viu feliz. Ansiosa. Por mais um dia. Por mais um minuto. Pelo barulho das conversas no corredor, pelo vento bagunçando os cabelos, pelo som da voz dela. Pelo jeito como Aimée falava seu nome como se fosse importante. Por aquela ilusão - doce e cruel - de que aquele momento nunca terminaria. _____________________________________________ Obra Original. Plágio é crime!

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