Bagulhetes Coisados

Bagulhetes Coisados

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WpMetadataReadComplete Tue, Aug 7, 2018
Aqui jaz meu eu lírico, um poeta amador, idealizador do amor. Morto pela batida de seu coração, desviou de sua pista ao ler o poema de um caminhão. Solto aqui algumas palavras que ele aglomerou durante a vida. Frases bobas, sem sentidos, outras só por dizer, em sua maioria, palavras postas frente a outras como uma cruzadinha superficial, mas para ele essas palavras tinham algo especial.
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#289
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Leitores e leitoras, Essa é uma coletânea de poemas meus, (organizada cronologicamente), escritos entre o 2° semestre 2019, aos meus 12 anos, e o 1° de 2023, aos 16. Cada um deles remete a algum momento que vivi nas minhas poucas primaveras, até agora. Esses poemas são como flores que plantei num jardim mágico - e secreto, por muito tempo - mas que percebi que floresciam melhor a luz dos olhos de leitores. Por isso, decidi mostrá-los, expô-los, aqui. São versos que, muitas vezes, falam de quem já fui, mas não do que já vivi; Alguns, acho, não deveriam ser assinados pelo meu nome - mas, sim, por "eus líricos" meus, que até sobrenome tem. De qualquer forma, são versos de histórias e sensações, textos que só aprendi a escrever com palavras. Espero que, por meio dessas escapatórias líricas minhas, eu transmita algo, algo que toque - sem tocar. Esperançosamente, Flaira Flor.

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