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OTHER WORLD
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Continúa, Has publicado jul 19, 2018
Contenido adulto
Querendo ou não sempre temos uma tendência a planejar coisas, desde coisas mais simples como um jantar, uma ida ao supermercado, um dia para colocar todas as matérias da escola em dia, uma viajem, um aniversário, até coisas maiores como por exemplo uma vida. Temos tudo na nossa cabeça, cada passo milimetricamente calculado, sabe-se exatamente onde é necessário um pouco mais atenção, em quais momentos as decisões devem ser tomadas, decisões essas que já foram meticulosamente analisadas. Como se fosse uma receita de bolo, que no final o produto sairá perfeito, tanto o sabor como a aparência, só que tem um pequeno detalhe... Nada é perfeito, nenhum plano é indiscutível, todos tem brechas, e é nessas brechas que as coisas acontecem, é ali que o bolo começa a ganhar suas primeiras marcas, porque é praticamente impossível um bolo crescer sem que rachaduras apareçam, e pra se conseguir um produto pelo menos plausível é necessário uma série de coisas, e bem, no auge dos meus 19 anos eu não sabia muito bem que coisas seriam essas. 
- Ana Clara Caetano Costa
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Blood House de MelissaSilva268
25 partes Concluida Contenido adulto
- Ouvi dizer que a casa é grande. - disse meu irmão Peter. - Vamos, crianças. - disse meu pai John. - Pegaram tudo? - perguntou minha mãe Suzan. - Sim. - eu e Peter dissemos ao mesmo tempo. - Se anime Anna, vai ser bom se mudar. - disse minha mãe. - E os meus amigos? - perguntei. - Eles vão ficar bem e vocês podem conversar pela internet. - disse minha mãe sorrindo. Respirei fundo, concordei e então entrei no carro preto de meu pai, Peter e minha mãe fizeram o mesmo. É, seria bom me mudar, mas tenho medo, encontrei um site que diz que a casa é mal assombrada, alguns estudantes da cidade que fizeram esse site, tem ate um grupo que ia lá investigar, tenho mais medo do Halloween que é daqui á um mês, eles colocaram no site que é o dia em que mais acontece fenômenos paranormais. Sem contar que chamam a casa de Blood House. Já vi uma foto da casa, meu pai tirou e trouxe para vermos, ele disse que ela é linda e grande e teríamos nossos próprios quartos e banheiros. A casa é linda mesmo, mas um pouco medonha. Peter e eu somos gêmeos, nós temos mais um irmão, que se chama Max, tem vinte e oito anos e é um belo e talentoso empresário que vive em Londres com a namorada July. Diferente de meus irmãos, amo filmes de terror e amo me vestir de preto, mas estou com medo, alguma coisa me diz que coisas ruins vão acontecer, não só pelo fato dos próprios moradores terem escrito aquelas coisas da casa, mas por que, quando meu pai avisou que íamos nos mudar, comecei a ter sonhos estranhos, sonhos em que eu matava meus pais e pegava o sangue deles e começava a escrever no lado de fora da casa coisas em outras línguas. Também vi meu irmão Peter, mas estava pálido e triste, toda vez que se aproximava das flores, elas murchavam, sempre que tocava em alguma coisa, ou quebrava ou virava cinzas e então começou um incêndio e comecei a ver pessoas que nunca vi antes, crianças, adultos e idosos, todos estavam sem olhos, sangrando, pegando fog
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23 partes Concluida
ISSO FOI HA UM MÊS - Eu so queria algo para acreditar, algo que fosse confiável. Que fosse meu. Estavam todos tão errados sobre mim. E em uma dessas viagens a procura do que era certo para mim, conheci uma pessoa Ellie Doe. Ela foi tão imprevisível quanto tempestade em pleno verão, tão inocente quanto criança esperando presente de nata aquele sorriso criou uma sensação tão desconcertante dentro de mim que tive medo de acreditar. Ela chegou toda tímida, sem interesses e eu estava como um fracassado esperando que ela me dissesse algo que me fizesse sorrir, não precisou de muito ela apenas me olhou meio desajeitada. Sim, era pouco tempo demais, estava completamente perdido, de novo. Aquele jeito frio me abandonou, e por incrível que pareça eu sentia falta dele. Porque eu sabia que me apaixonar por uma garota que conheci durante o Fim de semana, iria doer demais. Talvez eu estava tão desesperado que me deixei levar pelo primeiro sentimento frustrante que me surgiu. Ellie Doe Serio cara? Sem chances nem tente! E ISSO SOU EU AGORA DEPOIS DO ACAMPAMENTO DE VERÃO. - Me reconheça por favor- sussurrei.- me encontre, eu não estou tão perdido quanto parece - Murphy! Aparece por favor- implorou Ellie. - Aqui...- tentei um pouco mais alto. - Aparece Murphy...- saiu meio falhada pela primeira vez.- eu te amo Murphy... Ouvir aquilo me fez sorrir, eu estava sozinho mas via todo mundo, eu estava sangrando, conseguia sentir meus pulmões ficarem entupidos, estavam se fechando. Minha respiração falhava e uma constante vontade de chorar irradiava meu peito. Ela estava tão perto mas não podia me ouvir. Meus olhos começaram a se fechar, minhas mãos procuravam apoio. - Também te amo Ellie.- e fechei os olhos. Foi quando senti uma mão quentinha encostar no meu peito acompanhada de uma voz feminina doce, era Ellie. - Murphy!- seus braços me envolveram em um grande e confortável abraço. Naquele exato momento eu lutei para me manter vivo. Por ela.
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