Bad destiny (Sendo reescrita | Hiatus)

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Apr 15, 2020
Minha vida simplesmente não é interessante. Eu morava em um orfanato onde eu era odiada e a única a ficar por mais de quatro anos. Quando fui adotada,minha vida não melhorou nada. Minha nova "mãe" por algum motivo me desprezava. Eu sempre arranjo confusão com o grupinho dos populares do colégio,minha única saída lesse mundo são meus desenhos e minhas musicas. Se me matar não funciona,isso serve. Mas pelo menos uma noite.....em uma única noite,no dia em que tudo realmente desabou....aquilo aconteceu. Não tenho palavras sinceras para dizer o quanto amei e o quanto me arrependo de ter concordado com aquilo. Ele é minha perdição Eu sua salvação Ele é a doença Eu a cura Eu sofro Ele ri Eu fujo Ele me faz querer morrer Eu o amo Ele me ilude Eu sofri Ele é um mostro que só piora tudo Eu me arrependo Ele faz com que eu eu queira continuar Eu tento dar um fim na minha vida Mas ele me impede Eu o desafio Ele faz eu me arrepender disso Mas mesmo assim,eu sempre vou te amar. Porém eu também te odeio,se lembre dessas palavras. Quando for tarde demais,pense nelas. Isso pode ser um adeus se depender....de....nós [Sendo reescrita] [Capítulos 1 e 2 com alterações finalizadas] [Peter Pan] [OUAT] { NOVA SINOPSE } Eu estava presa por correntes invisíveis, fantasmas de meu passado. E eu nunca entendi que isso não era o que me mantia no constante pesadelo daquele lugar. Mas agora, após o conhecer, ah... Eu daria de tudo para fugir. Para escapar, para ter uma saída. Peter Pan é um demônio, se não o pior deles. E em suas mãos, eu sou sua cura. Mas quando eu me libertar, espero nunca mais cruzar com ele, ou teremos um infortúnio caso de vida ou morte. Eu te amo, mas não ficarei presa nesse amor louco e fantasioso que você inventou. Não serei sua nova obsessão. Adeus, Pan.
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E ele se foi, desaparecendo entre tantas pessoas. Eu fiquei ali, sozinha sem ele para secar as lágrimas que insistiam em rolar, eu apertava as mãos da minha mãe, pedindo ajuda porque eu nunca havia sentido tanta dor, nem quando o meu peixinho favorito morreu, ou quando não dormi com meu cobertor favorito, e muito menos quando perdi meu ursinho de pelúcia favorito; nem injeção que doía tanto em mim, doeu tanto quanto aquele momento, porque não havia nada que eu pudesse fazer. Fiquei tentando controlar as frias e salgadas lágrimas que caiam dos meus olhos. Não fiz pirraça, só fiquei em estado de inércia pedindo por pensamentos que ele voltasse. Mas, não voltou. Ele nunca voltou. Os segundos foram passando e minha mãe me levou para a casa. Era tudo diferente naquele segundo. Era uma dor consumidora e desgastadora. Eu achava que o teria para a sempre, mas o nosso para sempre só existiu dentro de todos aqueles momentos infinitos que passamos juntos. Essa é a carta 225 de uma menina de 11 anos, e infelizmente é a unica que ele não vai ter, e é a única que eu nunca mais me esquecerei até essa dor ir embora, e se um dia for. Sou muito jovem e minha mãe me disse isso. Eu chorei semanas. Talvez um dia o tempo passe, a semana acabe e eu o terei de volta ou nunca mais. Mas que um coração partido dói, dói e sobre isso sou incapaz de negar.

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