Amar-te.

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Aug 31, 2018
Amar-te. Como nunca a. Amar-te. Como nunca Marte. Amar-te. Como amo o frio. Como amo café. Como amo a natureza. Pertenço-te. Como o Sol pertence a Lua. Como o pires pertence a xícara. Como as nuvens pertencem ao céu. Querer-te. Como o beija-flor quer a flor. Como o frio quer o Sol. Como o calor quer refresco. Deixar-te. Como uma felina deixa seu filhote. Como o Sol deixa de ser quente no inverno. Como o café deixa de ser quente com o tempo. Amar-te. Pertencer-te. Querer-te. Mas, deixar-te. Sem querer deixar-te. Ps; Amar você me transformou em palavras escritas aqui, palavras que todo meu coração guardou para te dizer, mas que meu consciente nunca me permitiu dizer, talvez porque você seja raso demais e eu intensa demais. Talvez porque eu seja Yin e você Yang. > Toda obra escrita aqui é de minha autoria.
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#386
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim. Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra. Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.

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