Wedding Dress [BTS Shortfic]

Wedding Dress [BTS Shortfic]

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WpMetadataReadComplete Wed, Jul 24, 2019
"Branco era uma das cores mais lindas que existe. Suave, puro, calmo e sereno. Branco era a cor que permeava os meus sonhos. Branco era a cor do vestido mais importante que irias usar na minha vida. Era egoísta querer que a tua mão estivesse entrelaçada com a minha. Era crueldade querer a tua infelicidade do lado dele. Era desespero querer ser a razão do teu sorriso. Era agridoce sentir algo por alguém cuja existência tinha seu centro em outra pessoa que não eu. Em alguns momentos, pensava que se soubesse com antecedência que gostar de alguém como gosto de ti seria tão doloroso, nem sequer teria deixado o meu coração ir em frente, mas momentos depois me dizia que meu sofrimento valia a pena. Se insanidade era fazer a mesma coisa vezes sem conta e esperar resultados diferentes, considerava a minha estúpida esperança de, mesmo sabendo que era uma possibilidade remota, um dia te ter nos meus braços. Branco era uma das cores mais lindas que existe, ainda que fosse uma das minhas piores memórias." →Plágio é crime. [Lembrem-se sempre disso!] ₪ A fanfic foi escrita com o intuito de divertir a quem tal como eu gosta de ler como também do BTS. ₪Capa feita por: @CupcakeeyV →Espero que gostem!
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Higanbana

Ele me olhava como se tivesse acabado de me caçar - os olhos escuros cravados em mim, sedentos, enquanto o uísque girava lento no copo, como o sangue ainda fresco no chão entre nós. Sua respiração era densa, febril, quase tão quente quanto a vida que acabáramos de arrancar. O cheiro metálico da morte se misturava ao perfume da sua pele, e eu... eu não conseguia respirar sem ele. Ele era meu medo e minha redenção. Minha sentença e minha salvação. Estar ao seu lado era como cair num abismo e desejar que ele nunca tivesse fim. Eu me agarrava a ele como quem se afoga na própria insanidade - e ainda assim implora por mais. Ele me matou antes de qualquer outro. Quando me olhou daquele jeito. Quando sussurrou meu nome com aquela voz rouca, carregada de vício e poder. Eu não tinha mais corpo, nem alma. Só vontade. Vontade de tê-lo. De me perder inteiro nele. O mundo morreu no instante em que o sangue respingou nas nossas mãos. E ali, entre a morte e o desejo, eu soube: eu precisava dele mais do que da droga, mais do que do ar. Se ele me deixasse, eu não sobreviveria nem à próxima batida do meu coração. E ele sabia. E sorria. Porque ele também precisava de mim. Doentio. Louco. Viciado. Meu.

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