Recomeço : Danganronpa

Recomeço : Danganronpa

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Nov 22, 2018
Se passaram 10 anos após a construção do Novo Topo da Esperança fundada por Naegi e os demais membros restantes da Fundação do Futuro no final de Danganronpa 3. Com o mundo sendo reconstruído, depois do que os remanescentes do desespero,uma nova visão de "esperança" chegou aos olhos das pessoas,e começaram a ver que o conceito de esperança que Naegi utilizava,não era de fato algo que traria paz ao mundo. Foi fundado então um novo colégio, chamado Topo da ReAliança,com um conceito de esperança bem diferente do proposto por Naegi. Com essa divisão, os alunos poderiam escolher em qual colégio gostariam de ingressar, sem o incentivo das escolas, apenas o oferecimento de vagas era permitido. Os colégios não se odiavam, apenas tratavam aquilo como uma rivalidade, porque afinal, os dois lados queriam a esperança....não é? Mas essa divisão de ideais foi o suficiente para que mais um jogo da morte pudesse ser criado, e essa nova geração seria o alvo,os futuros membros de uma elite que traria esperança à todos.
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Sozinha como a neve que cobre os campos de batalha, Yuki avança silenciosa, deixando para trás apenas rastros de sangue e silêncio. Conhecida como Neve Carmesim, ela não é heroína, mas também não é uma vilã comum. É algo diferente, algo entre o humano e o espectro: fria, calculista e implacável. A cada aldeia destruída, a cada soldado derrotado, a cada nobre executado, sua lenda cresce. Alguns a veem como justiceira que pune os cruéis e os corruptos, outros a temem como um demônio que caminha entre os vivos. Mas Yuki não busca redenção, nem glória, nem perdão. Seu caminho é marcado apenas por vingança, por memórias que jamais cicatrizam e pela inevitabilidade da morte que a segue como sombra. Desde o massacre de sua aldeia natal, onde perdeu tudo em meio a chamas e neve tingida de vermelho, Yuki carrega apenas a lembrança da dor. Essa lembrança é sua bússola, sua lâmina, sua razão de existir. Ao enfrentar generais cruéis, mercenários implacáveis, guerreiros lendários e até mesmo os nobres que ordenaram a destruição de sua família, ela nunca hesita. Sua espada dança entre a vida e a morte, executando cada movimento com precisão quase sobrenatural. Mas Yuki não é movida por fúria cega. Sua violência não é descontrole - é cálculo. Ela observa cada inimigo cair, como se estudasse o exato instante em que a vida deixa o corpo. Há frieza em seus olhos, mas também uma sombra de humanidade que insiste em permanecer, mesmo que deformada pelas cicatrizes do passado. A Neve Carmesim caminha só. Nunca forma clãs, nunca aceita aliados. Sua companhia é o silêncio, sua trilha é o sangue. Onde passa, a neve branca se torna vermelha, mas logo o vento e o tempo apagam seus rastros, como se o mundo tentasse esconder sua existência. Ainda assim, as histórias permanecem, contadas em sussurros entre aldeões e soldados: - "Ela caminha pela noite." - "Ela não poupa ninguém." - "Ela é a sombra na neve."

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