A Órfã Cobaia

A Órfã Cobaia

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Mar 1, 2023
Heitor é um cientista, ele e seus demais colegas de trabalho, estavam fazendo alguns insperementos humanos. Mas um dia. Ele teve a estúpida ideia de usar sua mulher neses insperementos, ele achava que nao causaria nenhum dano a ela, mas ela estava grávida, e as injeções modificaram várias células do bebé, no dia em que Kate nasceu sua mãe teve complicações e morreu, e o chefe de heitor queria ficar com Kate para estuda-la e fazer ela de cobaia, mas Heitor a levou para um orfanato e desapareceu mas os (IEH instituição de insperimentos humanos )nunca pararam de procura-la Mas kate estava segura naquele orfanato. Ate completar 18 anos e sair de la, dai em diante sua vida virou de cabeça para baixo ela se viu sendo obrigada a trabalhar em uma boate para se manter .
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"- Você me quer lá... Apoio minha mão esquerda no colchão e a outra proximo ao seu rosto, desta vez sou eu que estou no comando. Seus olhos me queimam de um jeito bom, o frio se derretendo aos poucos. - Não sei porque, mas também quero estar lá... com você. - Passo meu dedo na sua bochecha carinhosamente, ela olha para o movimento e depois se perde em meu rosto novamente." 🫀 Um romance entre a amizade que se transformou em ódio. Faith sabia muito bem o que estava fazendo, cada palavra dita foi memorizada e ensaiada para ao menos gaguejar, era pequena, mas de infantilidade ou imaturidade não tinha nada. Parecia ter nascido em um corpo de criança quando sua mente era quase de uma adulta, uma fria, quieta, sozinha. Daquela vez foi tão explosiva, mas não se arrependia, o queria longe o suficiente para nunca mais ouvir sua voz ou sentí-lo novamente. Queria o deixar ir, mesmo que isso a machucasse em um lugar desconhecido de si. Queria que ele fosse feliz, que a deixasse, e sabendo que nunca aconteceria, o fez por ele. Porque ela sabia não ser suficiente para nada e nem ninguém, era muito quebrada para isso, deduziu isso após ser tão observadora com as crianças que tinham sua mesma idade. Ela não tinha nada igual a elas, fazia coisas que duvidava que teriam coragem, e não sabia se deveria se sentir arrependida, pois não sentia um remorso ou a sensação do errado. Era tão fria e gélida, desde que se entendia por gente que nunca pensou no que era a sensação do quente.

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