the vampire diaries

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Sep 1, 2018
―Você está se divertindo?‖ Elena perguntou. Agora eu estou. Stefan não disse, mas Elena sabia que era isso que ele estava pensando. Ela podia ver no jeito como ele a encarava. Ela nunca esteve tão certa de seu poder. Exceto que na verdade ele não parecia que estava se divertindo; ele parecia abatido, com dor, como se não pudesse suportar nem mais um minuto disso. A banda estava começando, uma música lenta. Ele ainda estava encarando-a, absorvendo-a. Aqueles olhos verdes se escurecendo, ficando pretos com o desejo. Ela teve a repentina sensação de que ele poderia puxá-la para si e beijá-la duramente, sem ao menos dizer uma palavra. ―Você gostaria de dançar?‖ ela disse suavemente. Estou brincando com fogo, com algo que não entendo, ela pensou repentinamente. E nesse instante ela percebeu que estava aterrorizada. Seu coração começou a bater violentamente. Era como se aqueles olhos verdes falassem com alguma parte dela que estava enterrada bem abaixo da superfície – e aquela parte estava gritando ―perigo‖ para ela. Algum instinto mais velho que a civilização estava dizendo à ela para correr, para fugir. Ela não se moveu.
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HEAL

- Você implorou para que eu a encontrasse, que a procurasse no Inferno. Foi exatamente onde achei você. E, por mim, pode ficar para sempre onde está. - Do que você está falando? - Nada. Para mim chega, professora Bishop. - Por que escreveu aquele bilhete ridículo? - Que bilhete? - Você sabe muito bem que bilhete! O que você deixou na geladeira. Isto é um jogo para você? - Claro que não! Me solte. - Por que assinou o bilhete daquela forma? - Que importância tem isso? Maya ouviu o elevador se aproximar e soube que tinha poucos segundos para obter as respostas de que precisava. Fechou os olhos, as palavras. retumbando em seus ouvidos. Ela a procurou no Inferno. Ela havia implorado para que o anjo de olhos castanhos tentasse encontrá-la. Mas é claro que isso não tinha acontecido. Alucinações não atendem a súplicas. Mas e se Beatriz não fosse uma alucinação? E se... Ela sentiu algo parecido com medo percorrer sua pele. Mais uma vez, o impossível flutuou diante dos seus olhos. - Beatriz? - sussurrou ela. - Sim - disse Carina, movendo-se para manter contato visual com ela até o último segundo possível. - Eu sou sua, Beatriz. Você me deu meu primeiro beijo. Eu adormeci em seus braços no pomar. - Maya saltou para a frente tentando impedir que a porta do elevador se fechasse. - Beatriz! Espere! - Era tarde demais. A porta se fechou ao som daquele nome. Ela apertou o botão furiosamente, na esperança de que ela voltasse a se abrir. - Não sou mais sua Beatriz.

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