Victor

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WpMetadataReadMaduroEm andamento1h 6m
WpMetadataNoticeÚltima atualização ter, mai 28, 2019
B A S E A D O E M F A T O S R E A I S " - Decidi que escreveria esse livro somente pelo amor que sinto por ele. Era a minha forma de libertação. Era a minha válvula de escape... Dos meus demônios e de toda a dor que eu o tinha causado, mas também era a minha forma de dizer que o amava e isso era muito" - Esthella Ela não sabia amar e por isso deixou que ele fosse atrás de algo melhor, mesmo ela sendo o melhor. Ela quer tentar de novo, que ama-lo de novo, mas será que é a melhor opção? Victor vai despertar o amor em Esthella, vai deixá-la sensível e angustiada, e por isso ela terá bastante medo.
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Dizem que o amor não se controla, mas até onde ele pode ir antes de se tornar destruição? Amar dois irmãos é viver em uma prisão invisível, onde cada batida é tortura, cada sorriso roubado é culpa, cada abraço desejado é pecado. E ainda assim, o coração insiste, insinua, chama... mesmo sabendo que a linha entre paixão e destruição se estreita a cada segundo. É possível dividir o amor sem se perder? É possível sentir inteiro quando se ama alguém e ao mesmo tempo deseja outro? E quando esses amores estão ligados por sangue, história e memória, como decidir quem deve ocupar seu mundo, e quem deve ser apenas lembrança de um sentimento impossível? Escolher se torna um ato de crueldade. Cada decisão é um corte profundo, cada silêncio pesa mais que mil palavras. O amor não pergunta se é certo ou errado, ele apenas exige, arrasta e consome. E amar dois irmãos é desafiar todas as regras invisíveis, é desafiar a própria moralidade do coração, é viver sabendo que nenhum caminho será livre de dor. O coração, então, se transforma em campo de batalha. Desejo contra razão, paixão contra culpa, amor contra impossibilidade. Cada beijo negado é morte lenta; cada sorriso compartilhado é condenação silenciosa. Amar assim é aprender que o impossível existe - e que os limites que julgamos firmes podem ser destruídos por uma única faísca de sentimento. E no fim, resta apenas a pergunta que ninguém ousa responder: será que o coração pode mesmo amar duas pessoas ao mesmo tempo, quando a própria vida insiste que isso não deveria existir? Ou será que o amor, na sua essência mais brutal, não conhece regras, nem limites... e apenas queima, sem pedir licença, sem se importar com quem será destruído?

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