Diário de uma vadia

Diário de uma vadia

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WpMetadataNoticeUltima pubblicazione sab, giu 22, 2019
[+18] Rostinho bonito, não? Ficaria ainda mais bonito se estivesse entre minhas pernas. Se junte a nós, com certeza eu irei levar você também. Tão bonitinho, meu brinquedinho preferido! Mas não se confunda. Eu digo isso para todos! Ambição, perigo, adrenalina, amores, ilusões... bem vindo aos meus vícios nos quais eu consigo tudo, absolutamente tudo, em um olhar e talvez... se for um bom cachorrinho, em um levantar de saias! E por favor, não tente me salvar, ou me oferecer seu coração, pois do seu dinheiro eu pago as vadias que eu devo, e do seu coração eu o como acompanhado de um belo whisky. E não se esqueça, quando você menos esperar estará suplicando por mais, pois o que você consegue em cinco anos, eu consigo em um quarto com luzes vermelhas.
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(...) Dou mais um passo para trás me afastando e sinto minhas pernas se chocarem com o sofá. Merda! Estou encurralada, ele se aproxima ainda mais, perto demais, próximo demais, seu olhar cai sobre minha boca, voltando em seguida a me encarar tão intenso quanto antes. Sinto o ar escapar dos meus pulmões, minhas pernas ficam bambas, mas ainda conseguem me manter em pé e com a postura firme, estou tensa com tamanha aproximação. Ele parece estar tão tenso quanto eu. - Porque sim! Porque não gosto de você, e você sabe disso, não sei porque pergunta. - respondo friamente, tentando manter o contato visual para cumprir a veracidade de minhas palavras. - Sim, eu sei, mas achei que o combinado era mantermos um bom convívio para Poliana. - ele diz calmo e eu desvio o olhar e reviro os olhos, sorrindo irônica. - Para com isso! - ele fala, a autoridade e gravidade da sua voz é tanta que sinto um arrepio na nuca. - Não revire mais os olhos para mim! - ele pede em um sussurro com a voz rouca e falha, aproximando mais o rosto do meu, seus olhos mergulhavam nos meus, profundos, intensos, cheio de desejo e malícia. Por um momento deixo-me levar por aquele olhar, desejando tanto quanto ele que aquela aproximação fosse adiante, o ar de sua respiração quente atingindo minha pele. Mas não posso, não posso me deixar levar por uma onda de sensações carnais absurdas que se fazem presente. Estamos cara a cara, nossos narizes quase se tocando, uma onda de raiva, tensão e desejo se misturam em nosso olhar. Meu corpo estremece. Volto para a realidade e para o que realmente estava acontecendo. (...)

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