Mi tormento

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WpMetadataNoticeLast published Sat, May 4, 2019
Bem, minha oratória será breve. Me chamo Eduarda, tenho 20 anos e curso letras espanhol. Estou no segundo período e apesar do desespero em ter o contato com essa vida acadêmica, estou amando. Possuo o cabelo na medida dos ombros, sou descendente de índio, logo possuo o cabelo liso, porém meio ondulado nas pontas. Não possuo o tipo de corpo padrão, sou toda desengonçada. E apesar de me esconder nesses óculos e roupas escuras, sei que sou uma mulher maravilhosa tanto por dentro quanto por fora. Não sou do tipo que possui vários amigos, também não me esforço para sair agradando a todos. Uma leve consequência da personalidade forte, apesar de ser pisciana. Estudar letras espanhol para mim é um desafio, sempre estudei em colégios de bairro. Onde o português mal era ensinando, quem dirá ter contato com um idioma estrangeiro. Tudo estava indo bem, até a bendita aula de espanhol começar...
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ALVORADA

PLÁGIO É CRIME!!! *OBRA CONCLUÍDA* Quando eu, Rebecca Albuquerque, tive que me mudar para Uberlândia, nunca imaginei que conheceria pessoas e lugares fantásticos... Mas, aqui estou contando a cada um que estou perdidamente apaixonada por um par de indesvendáveis olhos verdes. Ele entrou na minha vida e no meu coração. Mexeu com os meus sentimentos. Me fez ter comportamentos que eu jamais pensei que teria e fez tudo isso sem uma cláusula sequer. Cada vez que aquele garoto esboçava um sorriso, por menor que fosse, era como se todo o meu corpo perdesse as forças. Eu me perdia em seus olhos, sorrisos e lábios. Tive novas experiências e amizades. Precisei guardar segredos. Apesar de que não esperava que diante de uma esfera tão amistosa houvesse pessoas próximas a mim que também viviam em silêncio. A curiosidade sempre foi um dos meus maiores defeitos, por isso, diversas vezes me colocava em maus lençóis. Mas, isso era tão grave para atrair olhares perversos? Então, passei a ser atormentada por minhas colegas de sala, não entendo se por minhas características físicas peculiares ou por minhas ações. Até o momento era algo comum de adolescência, só que ser perseguida por uma pessoa sequer tinha motivos (que eu conhecesse) para isso não fazia parte do roteiro.

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