A Grande Maçã  (+18 )

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WpMetadataNoticeÚltima atualização seg, abr 15, 2019
Sou Julie Elizabeth Edwards, a notoriedade que meus pais possuem sempre foi um problema, ela me priva de coisas simples, para uma pessoa com minha idade. Eu era alvo de falatório na imprensa com apenas dez anos, eu tomei repulsa pelo dinheiro e pela fama, me mantendo no anonimato durante sete anos, como um acordo com meus pais, eu não queria ser uma pessoa pública, não com dez anos, com essa idade eu queria somente brincar como uma criança normal, "eu não queria me preocupar com o que as pessoas pensavam de mim". Eles respeitaram minha imposição e deste momento em diante, não fui mais fotografada como Julie Edwards e pouco se sabe a meu respeito desde então. " Já ouvi alguns comentários sobre uma partida minha para um internato na Suiça , ou uma suposta desfiguração em meu rosto, e não para por aí, alguns sites expeculam sobre uma possivel morte de Julie Edwards". Atualmente com meus dezessete anos quase dezoito, sou a filha que meus pais pediram a Deus, educada, amável, paciente, submissa estou sempre satisfazendo seus desejos. +18
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Algumas pessoas dizem que ser um indivíduo importante é essencial no mundo de hoje, mas, sinceramente, eu não acho. Eu não digo isso por que tenho fama, fortuna e tudo mais do que eu quero, mas digo por que é verdade. Não há uma pessoa decente que possa me contrariar. Não digo que não sou grata ao que tenho, pois sou e não abriria mão disso, até por que eu não sei se aguentaria usar uma coleção antiga da Chanel. Agora que acabei de fazer uma baita besteira na minha saideira de turnê, tenho que lidar com os papéis. Parece que estão me diagnosticando como alcoólatra, só por que eu bebo Whiskey no café da manhã não quer dizer que eu tenho que fazer terapia. Se eu não me comportar vou ser levada para uma clínica de reabilitação. Claro que vou ter o direito de ter um padrinho 24 horas por dia, se ele for gatinho eu juro que não me comporto, mas sem compromissos, eu não namoro. Todos me pertencem mas eu não pertenço a ninguém. Eu sei que meu pessoal dá um duro danado pra cobrir meus rastros, mas afinal eu pago eles pra isso. Não foi fácil me convencer no começo mas eu acabei cedendo. É simples: eu faço o que eles querem, e depois que eu estiver liberada eu piso na bola de novo. Mas antes disso eu preciso me despedir da minha vida fora da lei. MAS SERÁ QUE VIVER DESSA MANEIRA VALE MESMO A PENA?

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