Metacrônico

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WpMetadataReadMaduroEm andamento
WpMetadataNoticeÚltima atualização sex, nov 23, 2018
"[...] tentativa de assassinato eles disseram, fiquei um tempo em observação, mas em menos de três dias fui mandada para casa, contudo, só de pensar em entrar naquele lugar me dava calafrios e de alguma forma estar ali destruía lentamente meu psicológico. Decidimos então, eu e meus pais ,que eu passaria meu ultimo ano do Ensino Médio na minha tia e se eu me adaptasse bem ao ambiente talvez eu pudesse ficar ate a faculdade. E aqui estou eu,numa sexta a noite sozinha,nunca fui de me preocupar com a sensação de solidão ,entretanto,com toda a situação,percebi que ficar sozinha pode e vai me causar medo. Desligo tudo e vou dormir deixando apenas a TV sem sinal ligada com a esperança dela afugentar os pesadelos."
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Eu não sabia que podia sentir tanto por alguém sem perceber o quanto isso já me mudava. Não foi um raio, um estalo, um "eureca". Foi devagar. Foi em silêncio. Foi em olhares rápidos durante a aula, em trabalhos em grupo que pareciam durar pouco, em conversas que eu fingia não guardar - mas que moravam em mim. Lara chegou antes do sentimento ter nome. E eu demorei pra entender. Demorei pra aceitar que aquele frio no estômago, aquele jeito de procurar ela no corredor sem querer, aquela paz estranha quando ela sorria... era mais do que amizade. Era mais do que eu imaginava possível pra mim. Agora, olhando pra trás, eu vejo que me apaixonei muito antes do primeiro toque. E o mais louco é que ela já sabia. Ela já sentia. Esperava por mim sem dizer. Traduzia o que eu não ousava confessar. Essa é a história do que começou quando eu finalmente parei de fugir de mim mesma. E comecei, enfim, a viver.

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