Conto: Denúncia de uma submissa

Conto: Denúncia de uma submissa

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WpMetadataReadMatureComplete Wed, Dec 12, 2018
CONTO COM CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA +14 NÃO REVISADO O casamento perfeito é algo sonhado por grande parte das mulheres. O que será relatado neste conto é a realidade de algumas mulheres em nosso Brasil. Uma mulher jovem, com a autoestima destruída por um relacionamento abusivo. Tratada como escrava do marido, ela passa seus dias servindo aos luxos do homem que um dia jurou amá-la verdadeiramente. A história que você lerá, contará a morte dessa mulher, que morreu lutando por sua vida. "Eu sabia das possíveis consequências, mas não parei para pensar nas possibilidades que elas teriam de se tornarem reais. Por um lado, sempre achei que Augusto nunca me mataria, sempre achei que tudo fosse apenas ameaça, naquele dia eu tirei a prova... o resultado não foi muito bom para mim."
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Eu não acreditava no que acabei de ouvir. Como o idiota do meu marido podia ter feito isso, um acordo de casamento pros nossos filhos, antes mesmo deles existirem. Nós não sabíamos que tipo de homem ou mulher essas crianças seriam. Ser filho de uma boa pessoa não garantia que eles seriam uma boa pessoa. Eu entrei na garagem irada. Eu iria matar Renzo. Quando sair com o carro dele da garagem de casa, os idiotas dos soldados tentaram ficar na frente. E eu acelerei. Quando eu parei na porta do bordel, onde eu sabia que ele estava, todos me olhavam chocados. Eu entrei e um babaca achou que podia me parar. - saia da minha frente imediatamente. - Senhora Di Steffano, porque não volta pra casa. Aqui não é lugar pra alguém como a senhora. - Meu lugar é eu quiser. E se ficar no meu caminho, vou matá-lo e passar por cima de você. Eu fui direto pro elevador. Eu estive uma vez aqui com aquele idiota. Quando o elevador abriu, seus homens tentaram barrar minha entrada. - Se vocês me tocarem, são homens mortos. Eu passei por ele e empurrei a porta, seus capos levantaram com as armas na mão, no momento que a porta bateu na parede. - Fora todos vocês. O cretino riu. Jogou o corpo pra trás na cadeira e riu. Ele adorava quando me deixava louca. - Estão surdos porra, fora. AGORA. Eles olharam pra meu marido, na esperança de receber uma ordem. Ele não daria. O cretino amava isso. Eu fui até Renzo e peguei sua arma. Ele nem piscou, e muito menos parou de rir. - Eu vou matar qualquer que ficar aqui. Eu sou a rainha Ndrine, e vocês fazem o que eu mandar. - Renzo. Eu atirei na mão do seu Consigliere. E meu marido gargalhou. Todos correram pra fora da sala. Eu virei pra ele. Nunca senti tanta raiva em minha vida. Como eu podia amar esse desgraçado. - Meu Deus, eu estou excitado. Você está tão gostosa minha megera. - Eu vou matá-lo Renzo.

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