Inevitável

Inevitável

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    فصول 28
WpMetadataReadللبالغينمستمرّة5h 0m
WpMetadataNoticeآخر تحديث: أحد, أكتـ ١٨, ٢٠٢٠
Os alunos do último ano do Elite Way tem o privilégio de ter a última viagem antes de se formarem, o problema é que nem todos se dão bem - Diego e Roberta que o digam - Porém, conforme as situações forem se complicando ao decorrer da viagem eles perceberão o quão será difícil se separarem após a formatura. "Foi enquanto mordia brutalmente a orelha de um desconhecido que eu reparei o quanto Diego Bustamante servia pra alguma coisa - além, obviamente, de ser uma das minhas provas vivas de que um animal descerebrado tem a capacidade de chegar ao último ano do colégio. Foi inevitável não reparar nos olhos brilhantes de ira. Era a última viagem, a última vez que estaríamos juntos, mas tudo que eu queria fazer era rasgar a orelha do cara embaixo de mim."
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Sozinha como a neve que cobre os campos de batalha, Yuki avança silenciosa, deixando para trás apenas rastros de sangue e silêncio. Conhecida como Neve Carmesim, ela não é heroína, mas também não é uma vilã comum. É algo diferente, algo entre o humano e o espectro: fria, calculista e implacável. A cada aldeia destruída, a cada soldado derrotado, a cada nobre executado, sua lenda cresce. Alguns a veem como justiceira que pune os cruéis e os corruptos, outros a temem como um demônio que caminha entre os vivos. Mas Yuki não busca redenção, nem glória, nem perdão. Seu caminho é marcado apenas por vingança, por memórias que jamais cicatrizam e pela inevitabilidade da morte que a segue como sombra. Desde o massacre de sua aldeia natal, onde perdeu tudo em meio a chamas e neve tingida de vermelho, Yuki carrega apenas a lembrança da dor. Essa lembrança é sua bússola, sua lâmina, sua razão de existir. Ao enfrentar generais cruéis, mercenários implacáveis, guerreiros lendários e até mesmo os nobres que ordenaram a destruição de sua família, ela nunca hesita. Sua espada dança entre a vida e a morte, executando cada movimento com precisão quase sobrenatural. Mas Yuki não é movida por fúria cega. Sua violência não é descontrole - é cálculo. Ela observa cada inimigo cair, como se estudasse o exato instante em que a vida deixa o corpo. Há frieza em seus olhos, mas também uma sombra de humanidade que insiste em permanecer, mesmo que deformada pelas cicatrizes do passado. A Neve Carmesim caminha só. Nunca forma clãs, nunca aceita aliados. Sua companhia é o silêncio, sua trilha é o sangue. Onde passa, a neve branca se torna vermelha, mas logo o vento e o tempo apagam seus rastros, como se o mundo tentasse esconder sua existência. Ainda assim, as histórias permanecem, contadas em sussurros entre aldeões e soldados: - "Ela caminha pela noite." - "Ela não poupa ninguém." - "Ela é a sombra na neve."

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