Tocando as Estrelas

Tocando as Estrelas

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Feb 14, 2020
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Poetry
"...Eu vos direi: amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e entender estrelas" Olavo Bilac "Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas." Saint-Exupéry "Se as coisas são inatingíveis...ora! Não é razão para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora a presença distante das estrelas". Mário Quintana "E embora estivéssemos vendo as mesmas estrelas, estávamos infinitamente longe uns dos outros". Jostein Gaarder "Permita que eu volte o meu rosto para um céu maior que este mundo, e aprenda a ser dócil no sonho como as estrelas no seu rumo". Cecília Meireles "Ontem, a noite de verão que nos emprestava seus véus era digna de ti, já que nela brilhavam tantas estrelas". Victor Hugo "Sonhei e não era propriamente um sonho. O sol se apagava, as estrelas vagavam opacas no espaço eterno. Perdidas não cintilavam mais". Lorde Byron "Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que tudo corra bem". Clarice Lispector "Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu". Fernando Pessoa Esses citados e outros célebres nomes da literatura eram admiradores da vida, da beleza, do amor e do cosmo. George Sand, Charles Chaplin, William Shakespeare, Marguerite Yourcenar, Helen Keller... E eu assim como todos eles gosto muito de escrever sobre esses temas. Impossível me comparar aos grandes mestres, mas ainda assim estou me aventurando nesse universo da poesia. Este livro não tem a pretensão de ser infalível, nem ouso demonstrar qualquer técnica, estilo ou requinte algum (afinal, não sou profissional). Está é apenas uma tentativa de expor minha obra através do aplicativo e compartilhar um pouquinho do que permeia minha alma. Convido a quem se interessar a seguir rumo ao incrível mundo das palavras... Títulos e as imagens são meramente ilustrativos. Minha linguagem é bastante simples, espero ser compreensível! Obrigada!!!
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Apesar da solidão que me assola e da descomunal amargura que cresce dentre meus ossos, falar de amor ainda é algo que faço com maestria. Não como romancistas lunáticos e os jovens que acabaram de se encontrar com o doce gosto da paixão. Não, é claro que não. Sempre fui capaz de enxergar cada uma das vertentes que compõem este sentimento tão incapaz de ser descrito. Amor. Há dor no amor. Há picos e vales que te levam da excitação até a eutanásia. Uma constante inconstante, que te leva do ápice até o abismo. Uma sequência de contradições e de sentimentos sem definições, daqueles que te proporcionam momentos onde até aquilo que sempre fora considerado ruim, se torna questionável. Se te faz bem ou se não, quem pode dizer? Vertigem, crise nervosa, ansiedade, pânico. Borboletas no estômago. Mas também há beleza no amor, onde até a maior amofinação pode ser perdoada. Quando os olhos cintilam, a afabilidade se descontrai e a compreensão surge sem teimar. Uma grande coleção de agradecimentos pelos mais pequenos gestos, uma paz que surge, leve e reluzente. Se instala e permanece, espalhando-se feito praga e deixando pelos ares os mais puros sentimentos. Alegria, compaixão, afeto, romance. Descontrole emocional. Há tantas vertentes, incoerências e variedades... Algo tão místico e indecifrável como tal certamente me tira o sono. E alguns versos, se me permite dizer. Escrevi, em madrugadas frias como o inverno - ou tão quentes como o inferno -, algumas vertentes das quais compõem aquilo que eu, como quem sou, acredito que seja amor. Não como um todo, não como uma única coisa, mas sim como tudo aquilo que compõe o tão magnífico sentimento, sobre tudo aquilo que há. Deixo aqui os meus versos, incoerentes e labirínticos, onde tento de alguma forma expressar, explicar, decifrar o que é o amor. Se chegou até aqui, meu caro, eu vos agradeço. Não são todos os que se dispõem a entender o amor de um escritor.

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